domingo, 26 de julho de 2015

Mac OS - Múltiplas áreas de trabalho

Boa noite pessoal, tudo bem?

Essa dica vai para quem usa Mac OS e principalmente para quem faz muito uso de múltiplos desktops como eu (múltiplas áreas de trabalho).



Nas versões anteriores ao Mac OS Yosemite, era muito comum ao usar o atalho do touchpad com três dedos e ele mostrar no canto superior várias áreas de trabalho, cada janela de um aplicativo aberto no canto superior direto tinha uma opção para usar em tela cheia e isso fazia com que o aplicativo ficasse em uma área de trabalho separada, sendo necessário para ir até a mesma utilizar os três dedos novamente porém para direita e para esquerda no touchpad.

Esse recurso ainda existe no Yosemite, porém configurado apenas como uma única área de trabalho. Isso mesmo, agora é necessário que nós adicionemos as áreas de trabalho de acordo com a quantidade que precisamos.

Segue abaixo como fazer:


  • Usando o atalho do touchpad com os três dedos, faço o movimento para cima;



  • Aqui, irá aparecer as áreas de trabalho que já estão configuradas e no canto direito uma ícone com um botão + (mais). Basta clicar nele para ir adicionando as novas áreas de trabalho:




  • Para excluir uma área de trabalho, basta você ir com o ponteiro do mouse em cima dela, logo irá abri um X que é o equivalente a excluir;





Eu gosto muito de utilizar recursos de múltiplas áreas de trabalho, pois posso abrir diferentes coisas e ir separando-as por afinidade, ou por atividades que estou fazendo no momento.

Se estou escrevendo algum texto consigo deixar todo o material necessário em uma área de trabalho, se ao mesmo tempo estou ouvindo música consigo deixar o player em outra área de trabalho, música baixando em outra e assim por diante.

Espero que este recurso seja útil para vocês também.

Abraços

:wq!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Android x Mac OS - Transferência de arquivos

Boa noite pessoal.

Para quem é fã de tecnologia, save como as vezes é difícil conciliar o uso de mais de uma tecnologia para conseguir fazer tudo, ou mesmo para conseguir fazer coisas simples como transferir arquivos do seu computador para um celular ou tablet.

Bem para quem usa um celular ou tablet com Android e um sistema operacional como o Mac OS sabe que podemos encontrar aí algumas barreiras um tanto quanto "chatas".



Toda empresa ou fornecedor tende a puxar a "sardinha" para o seu lado e tentar as vezes dificultar ao máximo que você utilize tecnologias diferentes. Isso mesmo. Para eles é muito mais fácil se você quiser utilizar um único fabricante, suas tecnologias desde hardware, software, celular e por aí vai.

Pensando nisso, segue uma dica que pode ser muito útil para quando você precisa transferir arquivos do Mac OS para o seu Android.

Estou falando do Android File Transfer for Mac:

Link para download: https://dl.google.com/dl/androidjumper/mtp/current/androidfiletransfer.dmg

A instalação é bem simples.

Quando o download terminar, basta dar dois cliques para abrir o instalador selecionar o ícone com o boneco do Android e arrastar para a pasta aplicações:


É claro que podemos ter algum problema para conseguir utilizar, mas qualquer problema é só deixar nos comentários que resolvemos juntos, ok?

Abraço galera e boa noite.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Linux travando no notebook?

Pessoal, bom dia.

  Quem nunca teve algum problema de depois de instalar um linux em um notebook passar algum tempo ele travar? Congelar de forma que apenas um "dedoff" é a solução para reiniciar?!

  Pois já passei por isso :)



Segue abaixo um site que disponibiliza algumas opções de configuração para o linux em Notebooks HP/Compaq que podem resolver estes problemas de travamento.

 Site:

http://www.stearns.org/doc/hp-dv9225us-fedora-6.html

 Espero que esses ajustes possa ser útil para vocês.

Abraço.

domingo, 7 de junho de 2015

Eu S.A? Por quê não?!

Boa noite pessoal.

 A dica de hoje é um pouco "fora da curva". Na verdade ela se emprega para qualquer ramo de atividade, qualquer área de atuação, enfim qualquer que seja sua função, mas que seu objetivo seja o de se tornar seu próprio chefe, conseguir seu próprio negócio, sua própria empresa, resumidamente o título proposto pelo livro se tornando: "Eu S.A".

Este livro foi escrito pelo baixista e vocalista do Kiss, Gene Simmons que pesquisando um pouco mais sobre, podemos ver que não é apenas um astro do rock. Ele é um empreendedor, um investidor, um economista, etc ... Faltam adjetivos para descrever sobre os vários temas que ele aborda neste livro. Família, guardar dinheiro, trabalho, trabalhos extras, coisas que podemos abrir mão e não gastar com elas e por aí vai.
Como sou muito fã do Kiss e estou recentemente lendo mais sobre as dicas das pessoas bem sucedidas e histórias reais sobre cases de sucesso, empreendedorimos, etc, me interessei por este livro e mesmo sem terminar de ler, com certeza o recomendo para todos.

 Este livro aborda pontos como economia, guardar dinheiro, do quanto podemos e devemos aproveitar nosso tempo livre para nos instruirmos em primeiro lugar e para posterior a isso corrermos atrás de nossos objetivos e estarmos prontos para eles.
Se você procura algumas dicas do que é preciso para iniciar nessa jornada, seja seu sonho a riqueza ou mesmo a independência financeira sendo seu próprio chefe, recomendo este livro.

Não vou entrar no mérito de valores, onde comprar, pois você pode dar uma "googada"ou ir direto no seu site/loja favorito e comprar.

Título: Eu S.A,  Gene Simmons - Construa um exército de um homem só, liberte seu deus interior (do rock) e vença na vida e nos negócios
Editora: Fábrica231

Boa noite à todos, bom começo de semana e boa leitura!!!

Abraço.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Kali Linux no Mac OS com VirtualBox

Boa noite pessoal, tudo bem?

 O post de hoje é uma dica para que você consiga instalar o Kali Linux no seu Oracle VirtualBox utilizando como hospedeiro o Mac OS.

O Kali Linux para quem não o conhece, é uma distro Linux baseada no Debian com ferramentas compiladas e customizadas para fazer pentests, testes de invasão, quebra de senhas de arquivos, de redes wi-fi enfim, para estudos na parte de segurança.

Para quem quiser conhecer mais, segue o site oficial do projeto:

https://www.kali.org
















Nos primeiros testes que fiz tentando instalar ao final, antes de concluir tudo ele apresentava um erro onde a VM (virtual machine) era desligada.

 Abaixo segue um print do erro:


E por mais que você tente iniciar o Kali Linux, ele desligada a VM.

Segue abaixo o que você precisa fazer para não ter esse problema e poder desfrutar do Kali.

Criando a VM:

1 - Criar uma nova máquina virtual (se você quiser, pode editar a máquina virtual que você tentou criar antes):


* O VirtualBox irá definir automaticamente como um Linux genérico.

2 - Adicionar a quantidade de memória que iremos reservar para a VM:



3 - Se desejamos criar um novo virtual disk:


4 - O tipo de disco virtual que vamos criar:


5 - Aqui iremos informar se desejamos que o disco possa crescer de forma flexível automaticamente ou manualmente, ou se já iremos deixar um tamanho fixo alocado:


6 - Aqui definimos o nome do virtual disk e o tamanho:


7- Neste ponto, ao clicar em Create a VM será criada.


Siga os passos abaixo para poder agora parametrizar a VM de acordo com o que é necessário para o Kali Linux funcionar corretamente.

1 - Vá até as configurações da VM, em Geral e Básico altere o Sistema Operacional para Debian e a versão de acordo com a ISO que você utilizou (32 ou 64bits):


2- Em Avançado, colocar Compartilhamento Clipboard e Drag'n Drop como Bidirecional. 


3 - Clicar em Sistema, desabilitar Floppy e habilitar Enable I/O APIC:



4 - Em Processador, aumentar a quantidade de processadores para 2 e habilitar Enable PAE/NX:


5 - Clicar em Vídeo, aumentar a memória de vídeo para 128MB e habilitar aceleração 3D:


Feito isso, fazer a instalação do Kali Linux com a ISO baixada e aguardar o término da instalação.
Note que não iremos mais receber mensagem de erro. A instalação irá concluir e ao finalizar a instalação a VM irá inicializar sem nenhum erro chegando ao resultado que esperamos.


Espero que essa dica seja útil para vocês e que com isso todos possam iniciar os estudos em pentes e Ethical Hacker.

Abraço galera e boa noite.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

Inglês é importante e disso ninguém tem dúvida!!!

Pessoal, boa tarde.

 Hoje o post é rápido e tem o intuito de ajudar para quem gosta de estudar por conta a língua inglesa e  mesmo para quem busca um complemente para poder estudar.

 Encontrei um site na internet muito bom, que tem desde situações do cotidiano até situações mais corporativas.

 O site é http://www.solinguainglesa.com.br/


 Alguns conteúdos necessitam que você faça um cadastro gratuito no site.

 Fica a dica e bons estudos.

Até mais!!!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

CISCO - UCS - Unified Computing System

Boa tarde pessoal, tudo bem?

 Semana começando, vamos já falando de coisa nova. Falando agora um pouco da tecnologia de servidores e conexão Cisco.



 Hoje fala-se muito de uma estrutura de data center convergente, onde temos storage, computação, rede. Tudo em um único lugar.
 Mas o que é o UCS e o que ele tem haver com infraestrutura convergente?

 UCS - é uma arquitetura de servidor data center(x86) composta por computação, suporte para hypervisor (virtualição), fabric switch e software de administração.

Computação

 A camada de computação é dividida entre equipamentos C-Series e B-Series. Sendo o modelo C-Series conhecido como modelos rack server, modelos tradicionais de servidores.
O modelo B-Series são os modelos Blade de servidores, onde temos um equipamento que pode ser "fatiado" e cada fatia virar um servidor com seus recursos, semelhante a um servidor do modelo tradicional.
No B-series ainda temos duas opções sendo o modelo Full ou Half.
 Uma solução pode conter os dois modelos.

Modelos:

Exemplo de um modelo C-Series (C22 M3 Rack Server):







Exemplo de um modelo B-Series:




Virtualização

 Nessa camada estamos falando do software que irá gerenciar o hardware provendo recursos de hardware para os hosts VM's.
 Os hypervisors suportados são VMware ESX, ESXi, Microsoft Hyper-V, Citrix XenServer.
 Existe ainda uma tecnologia que permite que uma máquina virtual tenha acesso a um determinado recurso de hardware diretamente, tendo assim mais performance. São as VICs incorporadas nas VM-FEX.

Rede

 Aqui temos o chamado fabric interconnect, nos modelos de switch 6100 ou 6200. Esses switches provem comunicação de rede entre o chassis, as blades e rack servers com
 taxa de transmissão de 10Gbits e FCoE (Fiber channel over ethernet) para comunicação com a camada de storage.
 Os fabrics interconnect são derivados do modelo Nexus da Cisco. Os switches rodam com o SO NXOS.

Administração

 A administração de tudo isso é feita através qualquer browser de internet.
 O software de administração UCS Manager é executado na camada dos switches de fabric interconnect.
 Para quem gosta e quem se adequa melhor, a parte de administração também pode ser feita pela linha de comando.

A imagem abaixo mostra um exemplo de como é feita a conexão dos fabrics interconnect com os servidores:




                                                   *Imagem extraída do site da Cisco

Hoje em dia para quem usa o VBlock da VCE terá muito contato com o UCS da Cisco, a base da parte de computing, network é com esse cara. Claro que além disso, temos a parte de storage com equipamentos EMC e homologado pela VCE apenas ESX.
Com a tecnologia do UCS, temos desempenho, redundância e ganho no tempo de provisionamento de recursos.

Para quem tiver interesse, a Cisco disponibiliza em seu site uma opção que é o Interactive. Nele você pode ver os modelos de equipamentos, através de uma animação ele irá fazer em 360 graus do equipamento, mostrar como podemos sacar algumas partes, como funciona a conexão e onde estão localizados os mesanine cards.


Esse é o link para o modelo que extraí a imagem acima.

Abaixo é um print de como é a interface de adminitração do UCS:



Aqui você irá fazer a administração das blades, dos templates, profiles, alarmes, eventos de erro, etc.

Não vou entrar em cada nível agora, pois vou fazer gradativo e criando um post novo para cada assunto pertinente.

 Espero que essa nova forma de criar um ambiente (um data center em casa por assim dizer) seja útil e que possa atender suas necessidades, principalmente quanto a agilidade na entrega de recursos.

Abraço pessoal e boa semana!


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Gerenciamento de patches na Infraestrutura de TI

Bom dia pessoal, tudo bem?

 Recentemente estou realizando um trabalho sobre gerenciamento de patching em uma estrutura convergente, onde temos camada de storage, virtualização, network, enfim, tudo dentro de uma caixa. Mais para frente em um novo post vou abordar essa parte de infraestrutura convergente.

 Percebi o quanto muitas organizações não têm um processo bem definido quanto a isso, ou muitas vezes não possuem este processo desenhado, implementado e acabam tendo que resolver algum problema com alguma atualização para correção quando um ambiente foi invadido, danificado por algum bug e em sua maioria gerando um estresse que poderia ser evitado.

 Pesquisando um pouco e tentando adequar a organização, elaborei um pequeno guia que pode servir para você implementar na sua companhia ou nos seus clientes.

 Vamos primeiro colocar uma definição para: "O que é patch?"

- É uma correção a ser feita em um componente seja ele de hardware ou software com a instrução do fabricante/fornecedor.

 Abaixo temos os tipos de patching:

Funcionalidade: Corrigi um problema funcional, bug fix.
Recursos: Introduz um novo recurso dentro de um software ou hardware.
Segurança: Correção para vulnerabilidades identificadas.

Existe no mercado duas normas quanto ao controle de patching que vale a pena reservar um tempo e dar uma lida.

Normas de controle de patching:

- ISO/IEC 27002 
 - NIST SP 800-40 v. 2.0 

 Como parte do processo para o gerenciamento de patching, separei estes em 8 fases:


  1. Coleta de informações;
  2. Análise de risco;
  3. Agendamento e estratégia de implementação;
  4. Testes;
  5. Planejamento e gerência de mudanças;
  6. Implementação de patches e instalação;
  7. Verificação de relatórios;
  8. Manutenção;


Vamos agora ver um pouco de cada fase.

1 - Coleta de informações

 - Inventário dos hosts / ativos;
 - Pesquisa de patches e vulnerabilidades;
 - Pesquisa de exploits* e ameaças;

* É um pedaço de software, maça de dados ou sequência de comandos que ganham vantagem de uma falha, defeito ou vulnerabilidade de um recurso de software ou hardware, fazendo com que esse trabalhe de forma imprevista, seja dando o controle para tal exploit, elevando permissões e funções que não são as designadas para que o software/hardware não funcione corretamente.


2 - Análise de risco

 - Patch e ameaças de segurança;
 - Patch e impactos de segurança;
 - Análise de risco;

3 - Estratégia para implementação

 - Definir agendamento de patches;
 - Minimizar mudanças;

4 - Testes (caso seja necessário)

 - Espelhar ambiente de produção em ambiente de teste;
 - Validar se um patch é autentico, dependência ou requisitos, se a vulnerabilidade será contornada/corrigida, conflitos com outras aplicações;
 - Testes de instalação do patch;
 - Testes de desinstalação do patch;

5 - Planejamento de mudança

 - Proposta da mudança;
 - Planos de contingência e desinstalação; (Rotinas de backup e backups pontuais).
 - Mitigação dos riscos;
 - Monitoramento dos patches;

6 - Implementação de patches e instalação

 - Nos casos que for possível, fazer a automatização da aplicação do patch;
 - Mecanismo seguro para distribuição do patch;

7 - Relatórios

 - Verificar se os patches foram instalados;
 - Seguir um plano de contingência caso o patch tenha apresentado problemas;
 - Gerar métricas;
 - Documentar o progresso;

8 - Manutenção

 - Analisar a políticas e aperfeiçoar o processo;
 - Treinamento de equipes quanto a ferramenta e processo;

Falando agora de uma forma um pouco mais abrangente de um processo como o todo. Inicialmente é importa que exista uma ferramenta interna ou uma empresa terceira que possa e consiga fazer um scan na sua rede para poder gerar um relatório dos hosts que possuem algum componente que precisa ser corrigido, medir o grau de serveridade dessa vulnerabilidade e junto determinar o tempo que este tem para ser corrigido.

Como um exemplo de ferramenta que faz isso hoje, posso citar o Qualys. Você cadastra uma rede, ou uma VLAN ou mesmo Ips dos seus hosts tendo a possibilidade de criar um POOL e executar um scan onde um relatório será emitido em PDF com a informação do host, o grau de serveridade da vulnerabilidade, qual a vulnerabilidade e o patch necessário para corrigir.

Depois disso, cabe a quem administra fazer o processo de correção através de uma ferramenta para aplicar os patchs como WSUS para Microsoft e Satellite para Red Hat.

Podendo definir a severidade da vulnerabilidade entre 1, 2, 3, 4 e 5, podemos definir o prazo da seguinte forma:

1 - Baixa
2 - Média
3 - Alta
4 - Crítica
5 - Urgente

- 1 correção em 90 dias;
- 2-3 correção em 60 dias;
- 4-5 correção em 30 dias;

 É importande entender que durante todo este processo, os patches que devem ser aplicados devem ser os oficiais liberados por cada fabricante. Este por sua vez já vai estar homologado, testado e confiável para o ambiente sem gerar maiores problemas.
 Existe os mais conservadores que ainda preferem testar estes patches em laboratórios, porém isso requer um estrutura montada e nem sempre sendo fiél ao ambiente real produtivo que irá receber, então caso você não disponha de recursos para ter um lab com esse porte, vale algumas dicas:

- Se o ambiente a ser corrigido for um cluster de 2 nós, deixar um nó como ativo e fazer no nó de stand-by;
- Se o ambiente for um servidor Linux com Apache, verificar se tal patch não impacta em determinada versão do SO ou do Apache. Neste caso pode ser necessário fazer um upgrade de versão para compatibilidade;
- Executar os upgrades em números reduzidos de recursos, separando por exemplo, como patches para SO, depois patches para Apache, etc. Seprar por camadas.

 Muito mais importante que tudo isso, garantir um backup integro e completo do ambiente. Incluir backup de SO e de aplicações.

 Para quem utiliza recursos virtualizados, pode ser utilizado snapshot. Para os testes do patch pode ser feito até um clone de uma máquina para teste, conforme falamos um pouco àcima.

 A quem goste de fazer todo esse controle por planilhas, colocando diversas informações dos hosts, versão atual de patch, controle, etc. Na minha opinião é válido sim você ter uma planilha de controle, mas não com essa profundidade de informações, primeiro por que é um trabalho muito manual e que pode causar confusões e erros de preenchimento (para não falar arcaico) e podemos pensar em ferramentas para fazer isso. Que seja o próprio controle dos relatórios em um sistema controlando isto por data, versão e transformá-lo em um portal.

 Quero lembrar de que tudo foi dito não é a via de regra, e isso pode ser alterado de acordo com o que atende a sua organização, sua regra de negócio, seu cliente específico, etc.

 Espero ter ajudado um pouco no quisito processo da parte de patch e como podemos implementá-lo no ambiente que está sob nossa responsabilidade.

Abraço e bom dia à todos!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

EMC VIPR - Agilidade no dia-a-dia

Fala pessoal, boa tarde. Tudo bem?

Hoje vou dar uma prévia da ferramenta VIPR.



 Semana começando com chuva, frio, pelo menos aqui onde moro!!!
 Mas é claro que isso não seria um problema para um post logo em uma segunda-feira :) ...

 Estou tendo contato agora com uma ferramenta de automatização da EMC, o VIPR.

 Essa ferramenta nos permite criar catálogos de serviços de acordo com as regras de negócio que definimos, bem como as demais soluções estão configuradas, como storage, sites, zoning, tiers, etc.

 Isso mesmo!!! De certa forma, fazemos essas configurações com basicamente um click, usando uma única interface, baseando-se no que temos como catálogo de serviço.

 Para quem tiver interesse, a EMC disponibiliza uma Demo no endereço abaixo:

http://www.emc.com/microsites/vipr-demo/index.htm#/vdc/1/admin/dashboard/admin-dashboard

 Além de termos acesso a console para simular como a ferramenta funciona, ir se familiarizando com os menus, funcionalidades, etc, temos também vídeos de How-to.


Algumas funcionalidades que são muito interessantes quanto ao VIPR são:

Administração e criação de zoning (automaticamente se precisar);
Definição de qual tierização que irá utilizar;
Faz mount e umount de discos apresentados em ambientes virtuais (ainda não pesquisei se ele faz o mesmo para servidores com Windows/Linux/Unix);
Seque um padrão de nomenclatura;

Enfim, o que um administrador demoraria pelo menos umas 3-4hs para entregar no modelo tradicional, em um teste o VIPR entregou em 6 minutos.

 Fica a dica e mais uma ferramenta da EMC que vem para somar no dia-a-dia de uma operação e principalmente para auxiliar administradores.

Abraços!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Linux - Voluntário de 84 anos + Linux? Como assim?

Fala pessoal, bom dia.

 O post de hoje é coisa rápida e uma iniciativa muito legal, principalmente para a comunidade que é fã de software livre!!! Linux é para mim sem comentários e de longe a melhor opção para ambientes que necessitam de performance, desenvoltura, confiança, controle, enfim...
 Hoje não trabalho mais diretamente como administrador Linux/Unix, posso dizer que sinto falta, porém a nossa vida é feita de escolhas :) ... Mas nunca perdi o amor, o respeito e principalmente a indicação do uso do Linux.



 No link abaixo do site Linux.com, vemos a iniciativa de um senhor de 84 anos que recupera Pc's, notebooks e instala linux ... Mas não por hobbie ou qualquer outro motivo que poderia ser apenas uma passa tempo.
 Ele concerta estes computadores e depois disponibiliza para Africa...

http://www.linux.com/news/featured-blogs/200-libby-clark/827669-video-84-year-old-volunteer-rebuilds-sends-linux-laptops-to-africa

Pelo menos no meu ponto de vista, isso nos motiva quando estamos descontentes com nosso trabalho, ou com algum problema que estamos enfrentando no trabalho, seja com problemas em soluções, a forma que o meio de trabalho se tornou hoje, enfim...  Esse post não é para desabafo, mas sim para mostrar coisas que devemos usar como exemplo, como nos motivar e como correr atrás do que realmente importa.

Abraços e um ótimo dia para todos!


sábado, 18 de abril de 2015

Symmetrix VMAX - Part. 7 - Migração Virtual LUN

Boa noite pessoal!

 Na parte 7 iremos falar de migração de Lun virtual no VMAX.

 Mas o que a migração de um virtual lun pode fazer ou proporcionar?

  • Mover dados de aplicações em um mesmo storage array sem que os dados sejam corrompidos;
  • Podemos alterar o tipo de tecnologia de disco, de SATA para EFD por exemplo;
  • Isso tudo sem afetar a replicação remota ou local dos dados;
  • Suporte para thick e thin devices;


Mais por que eu habilitaria isso?

  • Para habilitar virtualização de storage;
  • Para fazer migrações sem que os dados sejam corrompidos e sem downtime;
  • Para gerenciamento do ciclo de vida da informação;
  • Otimizar a performance do seu ambiente e do seu storage;


Tecnologias de Virtual LUN

DP - Disk group provisioning

  • Move de forma que os dados não sejam corrompidos;
  • Move os dados para um lado que não esteja configurado, ou seja, necessita de um espaço livro para o lado target;
  • Move o espaço usado para um device que não esteja usado;


VP - Virtual provisioning

  • Move as alocações de thin devices para outros pools;
  • A migração de um virtual device faz BIND no pool target à menos que seja especificado um pool no source;


Device pool level migrations

  • Se um source pool foi informado, as trilhas alocadas neste source pool, são migrados para um pool target se que o processo de bind seja afetado;


Arquitetura de RAID Virtual

Neste ponto temos a abstração do conceito de RAID tradicional. O RAID virtual faz a manipulação de um device usado, espelhando a posição de determinada informação.
Com este cenário temos o que chamados de FAST, que nada mais é do que Fully Automated Storage Tiering.
Tipos de RAID suportados são RAID-1, RAID-5, RAID-6.

Durante o processo de migração, será necessário o uso de dois RAID Groups, podendo estes terem tipos de disco diferentes.

Para iniciarmos uma migração, devemos utilizar o comando symmigrate:

symmigrate -name migrate1 -f devs_migration.txt establish

Segue mais opções que podemos usar com o symmigrate:


Com a implementação do processo de migração temos ganhos principalmente na facilidade de criação e movimentação de RAID Groups, um target pode ser adicionado como um mirror secundário, ou até mesmo fazer a vez de um primary mirro. 
Quando o processo de migração termina, o source RAID group pode até ser deletado.

A tabela abaixo mostra o que precisamos como parâmetro para a migração:


A migração para um espaço configurado, faz com que exista uma troca de posições entre os dados que estão no source e o target.

Sempre que um processo de symmigrate é iniciado, devemos ao término encerrar a sessão para finaliza-la por completo:

symmigrate terminate -sid XYZ -name migration1 -nop

A migração para um espaço não configurado é mais simples, pois não se faz necessário essa transição de dados que estão no target para o RAID group onde estão os dados source. Neste caso temos uma migração unidirecional.

Para um Thin Device esse processo é ainda bem mais simples, pois ele já nasce de certa forma como um objeto dentro de uma estrutura que trabalhar melhor as questões de armazenamento, otimização de espaço, então de certo modo esse objeto "transita"mais facilmente.

Parametros da migração Thin:


O mais legal disso tudo é que podemos fazer migração de dados a todo momento sem que exista perda de dados, sem downtime dos ambientes/aplicações, podemos fazer uso de vários tiers do storage, temos o suporte para várias ferramentas de migração de dados, sem que isso seja impactante neste processo para determinada ferramenta, facilidade da movimentação dos dados e por que não falar que dessa forma teremos uma otimização do storage como um todo e para todos.

Mas como nem tudo são flores, existem recomendações para este processo também:

- Se temos trilhas compactadas no source, o pool target também deve aceitar compressão;
- Trilhas descompactadas podem ser migradas descompactadas independentemente do pool target estar com compressão habilitada;

Até que nesse tópico são mais simples as observações que devemos fazer.

Esse trabalho de tierização é muito importante para que possamos atender recursos de performance, pois podemos ter dados que hoje necessitam de muito acesso e estarem em pontos do storage que oferecem recursos limitados de performance, devido a sua tecnologia, o que não é algo errado. Mas se existe dados não muito utilizados em pontos do storage que podem oferecer uma performance bem melhor, por que não fazer essa troca ou mesmo fazer com que esses dados possam residir ao mesmo tempo no mesmo ponto?
O VMAX trabalho isso de forma transparente para as aplicações e em todo tempo, o que mostra mais uma vez o quanto este storage é confiável para o dia-a-dia e o quanto pode oferecer em relação a performance e otimização de recurso.

Abraços e até a próxima!!!

Symmetrix VMAX - Part. 6 - Passos para implementação VP

Boa noite pessoal.

 Dando continuidade agora no módulo de VMAX, vou falar um pouco dos steps para implementação do virtual provisioning.





 São eles:


- Criar o Thin Pool;

- Add data devices no thin pool;
- Bind do Tdev no thin pool;

Segue aqui os passos:


symconfigure -sid XYX -cmd “create dev count=8, size=1150,config=TDEV,emulation=FBA;” commit


symconfigure -sid XYZ -cmd “create pool POOL1 type=thin;”commit

symconfigure -sid XYZ -cmd “add dev 187:188 to pool POOL1 type=thin, member_state=ENABLE;” commit


symcfg list -pool -thin -sid XYZ

Feito isso você pode fazer os passos de criação dos initiators group, storage group, port group para o qual os devices Tdevs devem fazer Map e criar o masking view.


 Recomendo que seja criado um port group, e não um port group para cada masking view. Por que?

 Simplesmente para facilitar sua administração. Tendo um único port group fica mais fácil para coletar informações, executar comandos de consulta, pois se você tiver as mesmas portas mapeadas em 10 port groups fica bem pior.

Essa parte do virtual provisioning é bem simples, porém requer essas pequenas atenções quanto a distribuição dos recursos e entendimento de cada ponto para não comprometer sua própria administração.


Abraços e boa noite.

domingo, 5 de abril de 2015

FreeNAS - Instalação básica (Utilizando VirtualBox)



Boa noite pessoal.

 Falando ainda de armazenamento, cada vez mais temos a necessidade de utilizarmos recursos para salvarmos nossas fotos, nossas músicas, enfim qualquer outro dado que seja importante para nós e que queremos salva-lo em algum lugar que não nosso PC ou nosso Notebook.
 Com as constantes disponibilidades de recursos Web como Dropbox, GoogleDrive, dentre outros, na maioria das vezes acabamos salvando nossas coisas nesses lugares, no entanto, temos espaço pequeno, ou temos que pagar se quisermos mais espaço e isso muitas vezes fica inviável.

 Hoje vou mostrar uma solução para termos nosso próprio local externo de armazenamento, podendo utilizar um micro mais antigo, ou mesmo fazer um investimento e montar um micro para tal finalidade e salvar nossos recursos através da nossa rede Wifi ou cabeada.

 Estou falando do FreeNAS.

 O FreeNAS é baseado do Unix BSD, customizado para trabalhar como um file server através de uma interface para administrar seus recursos e objetos.
 Nele podemos criar RAID (por software também), customizar paths para armazenar dados específicos, como Music para músicas, backup para backup do computador ou notebook, etc.

Abaixo está um vídeo que fiz de como fazer uma instalação básica do FreeNAS.
 No exemplo utilizei o virtualbox para demonstrar a instalação. Posteriormente irei colocar mais alguns tópicos de mais algumas coisas que podemos ir configurando no FreeNAS.

 Vamos ao vídeo:



 Eu tive que alterar as configurações de rede, pois como Nat ele ficou em uma rede isolada da rede ao qual estava conectado. Colocando ela para Bridge eu consigo criar uma interface no mesmo range de ip que minha máquina física e assim poder acessar por fora da console da VM, principalmente pela interface de administração web.

Abraços galera e boa noite.

sábado, 4 de abril de 2015

Symmetrix VMAX - Part. 5 - Provisionamento virtual

Boa noite pessoal, tudo bem?

 Agora vou falar um pouco sobre virtual provisioning...

 Isso nada mais é do que criar objetos lógicos sobre uma estrutura física, podendo inclusive fazermos entrega de espaço sem termos o espaço físico real. Estamos falando neste caso de over-subscription.

 Vejamos como um host acesso um volume entregue para ele, porém virtual provisioning do lado do storage VMAX.

 Vamos a figura abaixo:



 O que estamos vendo aqui é uma representação macro, do uso de devices com thin. O host A possui um disco de 200GB o mesmo temos para o host B, um disco de 200GB. Em um modelo tradicional como chamamos o modelo antigo, ou thick, ao criarmos dois discos de 200GB no storage estaríamos alocando um total de 400GB. O storage iria reservar este espaço com 0 e 1, para garantir que este espaço seja reservado para o device criado. Bem, seguindo o exemplo, entregando um disco de 200GB para um host dificilmente ele irá consumir inicialmente os 200GB, isso será consumido gradativamente, o que do ponto de vista de storage é um problema e uma perda de espaço, pois as vezes podemos não consumir estes 200GB em anos.
 Para suprir essa falta de conservadorismo de quem solicita espaço em disco e falta de poder dos administradores de storage em questionar e negar ( rsrsrsr ), criou-se o conceito de thin device.
 Cada disco apresentado no momento estão consumindo 10GB e 100GB que é o que realmente o host gravou até o momento, e consumindo no lado do storage apenas 110GB.

 No VMAX chamamos estes Devices de TDEV (Thin Devices).

Esse recurso de thin provisioning nos permite realmente fazer uso mais eficiente do storage no nível de que podemos entregar a volumetria que o usuário final solicitou, no entanto, se começarmos a entregar Tdevs a vontade e não fazermos controle e monitoração disso podemos ter problemas.

Quando entregamos mais recursos do que temos disponível, chamamos isso de over subscription. Isso não é inicialmente um problema, mas vamos imaginar que nosso espaço físico seja de 20TB. Com o passar das implantações, crescimento do ambientes criados nos novos setups, e vemos que um somatório de todos os volumes criados seja de 25TB. Se todos os hosts consumirem o restante do espaço que lhes estão como disponíveis na visão do host chegar no 20TB, os demais que ainda aparecem com espaço livre não conseguiram escrever.

Uma vantagem de trabalharmos com POOL é que estes podem ser aumentados dinamicamente e on-line. O único impacto que temos é que durante o período de resize do pool o equipamento ficará com um lock, não sendo possível criarmos devices, novos grupos de objetos, iremos conseguir no máximo fazer funções de view de configurações.

Vamos fazer agora um levantamento dos componentes necessários para virtual provisioning:

- Data device;
- Thin device;
- Thin pool;

Basicamente, os Tdevs existem em cache e isso faz com que o acesso as informações seja muito mais rápido e eficaz e vale lembrar que toda essa memória cache é espelha no VMAX, então temos segurança e integridade dos dados.

É necessário apenas uma locação inicial do device criado que é de 12 trilhas, mais ou mesmo 768KB quando feito bound no Pool.
Isso mesmo, ao criarmos um Tdev, ele existe, porém se ele não for atribuído a nenhum Pool ele fica com o status de not ready. Se apresentarmos ele dessa forma para o host não será possível escrever no disco.

Então quando criamos um Tdev ele não possui nenhuma informação de RAID para proteção. Essa proteção passa a vir do Pool em que o Tdev será adicionada, passando assim a ter permissão de ready, que para o host significa poder escrever.

A estrutura ficaria da seguinte forma:


Podemos ver que toda área laranja representa um POOL, um pool é formado por data devices, os discos físicos por assim dizer e em cima do Thin Pool é que criamos os Thin Devices.

Os data devices, não podem ser utilizados neste ponto para serem usados como recursos de disco e apresentados para os hosts, muito menos para fazermos replicação de dados.

Quando adicionamos um Thin Device à um POOL, um extent é alocado para cada Thin Device.
Um extent equivale a:

12x64 KB tracks = 768 KB 
1536x512 bytes blocks

O mecanismo de balanceamento do Symmetrix faz com que a gravação destes extents seja cuidadosamente alocada. 
Caso um TDev tenha 4 meta member, teremos a alocação de 4 extents.

De certa forma, os POOLs também possuem atributos de configuração, são separados por tecnologias de disco, velocidade, para que possamos escrever em TDevs, estes devem fazer parte, ou melhor dizendo, fazer Bind em um POOL. Os devices podem ser migrados de POOLs, os POOLs podem ser expandidos.

Vou mostrar agora alguns comandos de como criar TDevs e POOLs:

Criando TDEVs:
symconfigure -sid IDSYM -cmd “create dev count=8, size=1150,config=TDEV,emulation=FBA;” commit

Criando 8 devices, com 1150 cylinders (podemos informar em MB ou GB também), o tipo de Device e emulação.

Criando Thin POOL:
symconfigure -sid IDSYM -cmd “create pool POOL1 type=thin;”commit

Adicionando data devices ao POOL:
symconfigure -sid IDSYM -cmd “add dev 187:188 to pool POOL1 type=thin, member_state=ENABLE;” commit

Estamos adicionando dois devices ao pool que criamos, informando que é do tipo thin e o status destes membros dentro do POOL serão como ENABLE.

Listando um thin pool:
symcfg list -pool -thin -sid IDSYM

Informação de um POOL especifico:
symcfg show -pool POOL1 -thin -sid IDSYM


Adicionando thin devices ao POOL:
symconfigure -sid IDSYM -cmd "bind tdev 0F1:0F4 to pool POOL1;" commit 

Criando um thin meta device:
symconfigure -sid IDSYM -cmd "form meta from dev 199, config=strapped; add dev 19A to meta 199;" commit

Espero que eu tenha conseguido explicar de forma clara um pouco sobre essa parte de virtual provisioning.
Caso fique alguma dúvida é só deixar um comentário que o mais rápido possível eu tento responder.

Abraços pessoal e boa noite.