quarta-feira, 16 de setembro de 2015

iPad antigo travando? Tem solução...

Boa tarde pessoal, tudo bem?

Hoje gostaria de compartilhar com vocês uma solução muito útil para quem esteja com problemas de performance nos iPads mais antigos (modelos 2 e 3).



Depois de fazer algumas atualizações (hoje estou na versão 8.4), meu iPad 2 passou a ficar extremamente lento.
Ao abrir aplicativos ele demorava muito, para poder digitar ele demorava para responder aos toques na tela, depois que eu conseguia digitar alguma coisa ele demorava para aparecer na tela, para abrir novas abas no Safari era muito demorado, enfim, acabei perdendo toda agilidade que o iPad me proporcionava.

Por algum motivo as novas atualizações que deveriam trazer apenas correções e melhorias, parece que para os modelos mais antigos fez com que muitas coisas que estavam configuradas, armazenadas, passassem a ser um problema.

Foi então que dando um garimpada na Internet, encontrei algumas recomendações que fizeram meu iPad voltou ao "Estado da Arte".

Vou compartilhar a seguir como fazer esperando que todos tenham o resultado satisfatório que tive.

1- Redefinição de todos os ajustes de configuração

Não precisa se preocupar, aqui não iremos ter perda de dados. As nossas fotos, músicas, aplicativos, livros, etc, continuarão no iPad sem problemas.
Este reset de configuração irá limpar as conexões de redes Wi-Fi, os dados que foram salvos para elas, se você usa o bloqueio de tela, este será removido também.
Para que tudo isso volte a funcionar, você precisa configurá-los novamente. O que ao meu ver para resolver um problema de performance e uso do iPad vale muito a pena.

Para fazer isso, siga os seguintes passos:






Após digitar a senha, ele irá reiniciar o iPad para aplicar a redefinição dos ajustes.

No meu caso, esta redefinição foi o que resolveu praticamente 100% do problema. :)

2 - Efeito Paralaxe

Este efeito é responsável por fazer com que os ícones pareçam flutuar pelo desktop/papel de parede do iPad.

Para desativar, seguir os seguintes passos:





3 - Transparência

Essa opção não encontrei no meu iPad, porém segue o caminho para ver se ele existe no seu iPad:

Ajustes - Geral - Acessibilidade - Reduzir transparência

Nessa opção vale reforçar que devemos HABILITAR e não desabilitar como fizemos nas anteriores, ok?!

Algumas outras dicas ficam a cargo do gerenciamento de armazenamento e aplicativos.
Coisas desnecessárias podemos deletar, deixar os recursos mais livres para ser utilizado com o que realmente estamos utilizando e precisando utilizar.

Espero que essas dicas ajudem, assim como me ajudaram.

Abraço e até a próxima!



segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Descompactador de arquivos para iPad/iPhone

Boa tarde pessoal, tudo bem?

Para quem usa iPad, algumas funcionalidades básicas do dia-a-dia pode ser um problema em relação a compatibilidade e recursos que ao meu ver deveriam vir como um padrão não só no iPad/Produtos Apple, mas em todos os recursos que podemos utilizar seja para trabalho ou para nosso lazer, estudos, etc.

Já pensou precisar abrir um arquivo compactado com a extensão .RAR no iPad?

Isso mesmo! Nativamente o iPad não consegue abrir esse tipo de arquivo e os arquivos compactados de forma geral.

Segue a dica de um aplicativo que tem me ajudado muito.

Estou falando do Zip tool. Este pode ser baixado na AppStore, sendo que ele possui uma versão Free e claro oferece também uma versão paga.

Para instalar basta clicar no ícone da AppStore, procurar no search por Zip Tool e instalar.


Depois disso basta você selecionar os arquivos .RAR que você deseja abrir e escolher o Zip Tool para que ele possa fazer a descompactação.


Espero que essa dica seja útil para vocês.

Abraço e boa semana!

domingo, 2 de agosto de 2015

Atitude de dono? Como assim?

Olá pessoal! Tudo bem?

O conteúdo de hoje não é técnico, porém para quem trabalha com TI creio que seja algo que se escute bastante:



"Precisamos ter atitude de dono!!!"


Mas afinal, o que é atitude de dono?

Como podemos ter uma atitude de dono, se não somos efetivamante dono? Nem sequer ganhamos o salário que um "dono" ganha.

Bem, primeiramente quero dizer que aqui expresso o que acho, penso e reflito sobre a atitude de dono e o por que talvez seja difícil de conseguirmos encarar isso hoje em dia.
Tenho certeza que muitos estão descontentes com seu emprego, mas na verdade não é com a atividade exercidade ou mesmo com o ramo de atividade que escolheu/atua. Isso está mais relacionado aos moldes que o mercado de trabalho tomou com o passar dos tempos e muito mais ainda relacionado como à sua empresa trata o mercado de trabalho e as pessoas que compõe o seu quadro de funcionários.

Hoje nosso mundo não para, serviços dos mais diversos precisam estar disponíveis 24x7, 365 dias no ano e se este for bissexto 366. Existe a necessidade de plantões, meio para comunicação 24 horas, sendo internet cabeada, wifi, 3/4G, smartphones, notebooks, tablets, etc. Não importa. Praticamente todas as empresas querem vender isso como um diferencial e existe a necessidade de termos serviços e pessoas disponíveis para suportar o que for necessário.

No entanto, uma outra fase percorre muitas empresas e explica uma grande desmotivação de pessoas, estresse acumulado, problemas de saúda diversos: "Faça mais com menos."

Sim, o faça mais com menos, nada mais é do que sugar um recursos o máximo que puder e fazer com que este consiga entrega de trabalho de talvez 2, 3 ou até mais pessoas, por que não?
Essa desproporção faz com que as pessoas se desgastem, fiquem mais estressadas, anciosas, com problemas de saúde e o pior é que elas são conscientes disso.

Por que contém essa parte antes?
Bem do faça mais com menos, teoricamente já estamos fazendo o trabalho de mais de uma pessoa, sendo cobrado ainda mais por isso, talvez aumentando nosso turno e jornada de trabalho para conseguir entregar o que se espera.
Fora isso, ainda temos que ter atitude de dono, se preocupar com os gastos, abraçar coisas que precisam ser feitas fora o que é extritamente atribuido a você.

Vou dar ainda alguns outros exemplos de atitude de dono:

- Uma sala de reunião depois do horário que ficou com a luz acesa, devemos apagar;
- Um problema de vazamento no banheiro, devemos informar para quem deve arrumar;
- Um software que foi comprado, sendo que o que temos hoje poderia ser atualizado ou customizado para atender uma nova funcionalidade;
- Onde podemos reduzir gastos;
- Controle e validação de precisamos de 10 mil lisença de um produto;

Creio que isso é muito válido nos dias de hoje, pois o mundo em que vivemos está cada vez mais sem educação e sem comprometimento das pessoas umas com as outras, porém fica uma pergunta:
- Será que não estão querendo cada vez mais que eu acumule funções quem não são minhas?
- Estão querendo que eu faça o que outra ou outras pessoas deveriam fazer?

De um certo modo é isso sim!!!

Não quero fazer com que você caro leitor, escolha um lado. O de fazer ou não fazer, muito menos que existe o certo ou o errado.
O que aprendi de berço é que em primeiro lugar vem minha educação, respeito e comprometimento.
Algumas atitudes não vão te causar nenhum impacto, nenhum problema, nenhuma "dor".
Sua mão não irá cair por apagar a luz da sala que ficou acesa, você não vai perder a voz por avisar ao responsável pelo manutenção que existe um vazamento no banheiro.

E para os que cobram a atitude de dono, por favor, cada um precisa ter esse comportamento principalmente quando se sentirem confortáveis de fazer, se quiserem fazer.
Não podemos querer que as pessoas sejam da mesma forma que somos, que pensem iguais e muito menos que tenham zelo pelo que não é efetivamente delas.
Não podemos exigir que as pessoas tenham essa atitude, pois ela não tem isso no perfil pessoal dela. Ela não precisa fazer aquilo que não é escopo dela. Ela tem sempre seu livre arbítrio. Lembre-se sempre disso.
A pessoa que é cobrada pela atitude de dono nem sempre tem a liberdade também para tomar determinadas decisões, como pessoas que estão nesta camada de dono o podem fazer. Existe empresas que sequer dão espaço para seus funcionários sugerirem ideias, pensamentos, vontades.
Como podemos então querer que essas pessoas tenham determinadas atitudes?

Eu espero que um dia exista uma sinergia melhor entre empresa x funcionário, onde todos entendam que essa parceria é muito importante, que um novo consegue se sustentar sem o outro e que todos possam se sentir a vontade pelo menos para poder falar, fazer e tomar atitudes para coisas boas, ideias novas e assim todos poderem crescer. JUNTOS.



Fica aqui esse ponto para reflexão e para tentarmos fazer primeiramente da nossa segunda casa, o nosso trabalho, um lugar melhor.
Isso aos poucos irá se extender para camadas maiores e fazer quem sabe um mundo melhor para todos e para as novas gerações que estão vindo por aí!!

Abraços e até a próxima.

Symmetrix VMAX - Part. 8 - Federated Tiered Storage (FTS)

Olá pessoal, tudo bem?

Na parte 8 vamos falar sobre Federated Tiered Storage, para simplificar, vamos tratar apenas como FTS, ok?

Mas afinal, o que é FTS?

FTS é a capacidade do VMAX de usar discos/Luns que estão criada em outro storage array. Essa feature está disponível a partir da Enginuity 58756 para os modelos 10K, 20K e 40K.
Aqui vale ressaltar que essa feature é gratuita, não requerendo nenhuma aquisição de software ou licença adicional.

As luns externas podem ser utilizadas no VMAX como raw storage space para criação  de Symmetrix devices, data sources podem ser encapsulados e a informação pode ser disponibilizada aos hosts pelo Symmetrix.
Os discos que são disponibilizados de outros arrays para o Symmetrix não são protegidos por ele, com isso a proteção deve ser garantida pelo outro array.

Esses devices são os chamados eDisks no VMAX (external disks).

Benefícios do uso do FTS:

Simplifica a gerência/administração pois teremos ao final uma única console de administração, uma única forma de configurações a serem realizadas;
Mobilidade de dados entre storages heterogêneos;
O benefício de virtual provisioning dos arrays externos;
Habilitar as features de replicação (TimeFinder ou SRDF) para uso nos arrays externos;
Extender o uso de arrays externos antigos para que estes façam uso do recurso de tiering;

Algumas práticas de uso:

Continuar usando arrays antigos enquanto eles ainda fazem uso das features da enginuity do Symmetrix;
Proteção de dados nos arrays externos;
Migração de dados entre arrays;

DX Directors

DA eXternal que se comporta apenas como uma DA;
Roda sob Fiber Optic SLICs apenas assim como uma FA e RF emulations;
Lida com LUNs como se fossem drives Symmetrix;



eDISKS

Associado com uma SCSI logical unit externa;
Acessados pela SAN;
Por ser virtual, não possui proteção por RAID;
Refere-se a um external spindle;

External disk group

É criado um virtual group contendo eDisks;
Exclusivamente um disk group external começa com o número 512. External spindle e internal physical spindles não podem ser misturados em um disk group.

Virtual raid group

Creado para cada eDisk;
Não possui proteção no Symmetrix;
A confiança de proteção deve vir do array externo;



Zoning:


FTS virtualization

Temos dois modos de usar um array externo no Symmetrix:
Podemos usar o discos como raw capacity, sendo que neste modo teremos a perda de dados do disco externo;
Encapsular os discos externos de modo que ele preserve os dados originais. Aqui temos dois tipos sendo o standard encapsulation e virtual provisioning encapsulation;

External provisioning
O spindle dos discos são criados e usados como raw capacity para novos Symmetrix devices;
Discos externos aparecem como desprotegidos, pois a proteção deve ser de responsabilidade do array externo;
Virtual provisioning Data Devices (TDATs) podem ser criados nos discos externos;

Agora vamos falar do standard encapsulation e virtual provisioning encapsulation

Standard encapsulation
Cria um eDISK para cada external lun e adiciona no external disk group;
Um Symmetrix device também é criado ao mesmo tempo;
O acesso para uso dos dados deste device é permitido pelo Symmetrix device;

Virtual provisioning encapsulation
Cria um eDISK para cada external lun e adiciona no external disk group;
Um data device totalmente alocado e um Thin device também são criados;
Este thin device pode ser usado para migração usando VLUN migration ou Virtual provisioning;

Para obter as informações de um device, devemos utilizar o seguinte comando:

symdev show




Arrays externos suportados para uso com o FTS:
Todos os arrays Symmetrix VMAX Family possuem suporte ao FTS;

Arrays externos EMC:
Todos os Symmetrix VMAX;
Linha DMX;
Clariion CX3, CX4 (Apenas ALUA);
VNX (Apenas ALUA);

Arrays de terceiros:
HDS;
IBM;
Netapp;
Sun;
HP;

* Recomendo sempre consultar o site da EMC para verificar a nova listagem de arrays externos que são aceitos pelo FTS.

Detalhes de um provisionamento externo
eDISKS são criados e adicionados a um específico disk group external;
* Separado dos grupos de discos que contém discos físicos internos
* Adicionado para um grupo virtual de discos desprotegidos

Sym devices podem ser criados para acesso como raw storage
* VAULT, SFS e ACLX
* Caso contrário será tratado como qualquer outro tipo de Symmetrix device
* Podemos usar TDATs para virtual provisioning

Encapsulating for Standard provisioning
eDISKS são criados e adicionados a um específico disk group external;
* Separado dos grupos de discos que contém discos físicos internos
* Adicionado para um grupo virtual de discos desprotegidos
* Sym devices podem ser criados habilitando acesso aos dados preservados
* Caso contrário será tratado como qualquer outro tipo de Symmetrix device

Encapsulating for virtual provisioning
eDISK e RAID Group são criados;
Data devs (TDATs) são criados e adicionados a um POOL;
Um Thin device totalmente alocado é criado e atribuido a um POOL;
O dado em uma LUN externa é preservado;



Manipulação para eDISKS grandes

São suportados tamanhos de discos maiores do que o suportado pelo device do Symmetrix.
Múltiplos Symmetrix devices podem ser criados se necessário para contabilizar o tamanho total de um eDISK criado caso necessário.
Devices podem ser feitos em um único meta concatenado:
* Aqui nesse caso temos o seguinte cenário, onde por questões de geometria de devices, se um ambiente necessitar de um device de 22GB, teremos que criar meta members de 9GB e assim teremos na verdade 27GB de volumetria. Caso não necessite de equalização quanto a geometria dos devices, podemos criar dois meta members de 9GB e um 4GB ao final não tendo limitação geometrica.
* O tamanho do auto meta member pode ser alterado;

Geometria de disco e encapsulamente

Devido a peculiaridade na forma de tratar o tamanho de devices na Enginuity do Symmetrix, onde temos quinze trilhas de 64k formando um cilindro. 
Por conta disso, a capacidade de um Symmetrix device criado não vai refletir exatamente a capacidade real de um eDisk.
Encapsulando devices, teremos a geometria setada que irá refletir a capacidade real do eDisk.
Os devices encapsulado tem um tamanho maior do que o reportado e do limite geométrico.



Geometria limitada por restrições de dispositivo

Replicação local:
Só pode ser por source devices;
Regras são aplicadas para operações em targets grandes;

SRDF
Pode ser apenas para devices R1;
Regras são aplicadas para operações em R2 maiores;

VLUN
Não pode ser target para migração;
Migração apenas para espaços não configurados;

Metas não podem ser expandidos, dissolvidos ou convertidos;

Como nem tudo são flores, vamos as restrições do FTS...

FTS Restrictions

Apenas para sistemas Open.
Para devices que são encapsulados não podem utilizar FastVP por não ser suportado.
Um POOL não pode conter ambos os tipos de devices (internal e external).
DARE (Data rest encryption) não é suportado para devices externos.
Ferramentas terceiras podem ser necessárias quando necessário usar para medir recursos de performance em relação aos arrays externos.
FCP 8Gb/s e menos são suportadas.

FTS System limitations

A capacidade máxima externa será determinada pelo cache do VMAX.
O número máximo de LUNs  por storage externo para cada porta é de 8000. Por sua vez, a capacidade máxima de uma única LUN externa é de 30TB.
512 portas externas por initiator group e todas as FAs podem ser mapeadas para DX emulation.
14.000 eDisks por par de director DX.
128.000 eDisks por sistema.

Abaixo segue um quadro do suporte FTS pelas features Enginuity:

1)

2)


3)

De certo modo, essa feature é a mesma questão que temos com virtualizadores de storage. Ele consegue fazer usufruto de recursos de espaço de armazenamento de outro array, utilizar suas featues (Raids, controladores, redundância, capacidade de crescimento, heterogenidade, etc) sendo elas boas ou não, e prover através do array VMAX o ponto de storage único para os hosts.

Vale tomar cuidado com algumas limitações quanto a parte utilização dos recursos, conversão de valores na parte de espaço entre os devices do Symmetrix e o raw capacity dos arrays externos.

Recomendo também um estudo de caso na parte do quanto é eficiente deixarmos a segurança em outro array que não o VMAX.

Talvez a forma que o outro array se comporte, pode ser que seja um gargalo para o VMAX e gerar sim algum impacto mais relacionado a performance ou até mesmo a perda de dados.

Abraços e até a próxima.

domingo, 26 de julho de 2015

Mac OS - Múltiplas áreas de trabalho

Boa noite pessoal, tudo bem?

Essa dica vai para quem usa Mac OS e principalmente para quem faz muito uso de múltiplos desktops como eu (múltiplas áreas de trabalho).



Nas versões anteriores ao Mac OS Yosemite, era muito comum ao usar o atalho do touchpad com três dedos e ele mostrar no canto superior várias áreas de trabalho, cada janela de um aplicativo aberto no canto superior direto tinha uma opção para usar em tela cheia e isso fazia com que o aplicativo ficasse em uma área de trabalho separada, sendo necessário para ir até a mesma utilizar os três dedos novamente porém para direita e para esquerda no touchpad.

Esse recurso ainda existe no Yosemite, porém configurado apenas como uma única área de trabalho. Isso mesmo, agora é necessário que nós adicionemos as áreas de trabalho de acordo com a quantidade que precisamos.

Segue abaixo como fazer:


  • Usando o atalho do touchpad com os três dedos, faço o movimento para cima;



  • Aqui, irá aparecer as áreas de trabalho que já estão configuradas e no canto direito uma ícone com um botão + (mais). Basta clicar nele para ir adicionando as novas áreas de trabalho:




  • Para excluir uma área de trabalho, basta você ir com o ponteiro do mouse em cima dela, logo irá abri um X que é o equivalente a excluir;





Eu gosto muito de utilizar recursos de múltiplas áreas de trabalho, pois posso abrir diferentes coisas e ir separando-as por afinidade, ou por atividades que estou fazendo no momento.

Se estou escrevendo algum texto consigo deixar todo o material necessário em uma área de trabalho, se ao mesmo tempo estou ouvindo música consigo deixar o player em outra área de trabalho, música baixando em outra e assim por diante.

Espero que este recurso seja útil para vocês também.

Abraços

:wq!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Android x Mac OS - Transferência de arquivos

Boa noite pessoal.

Para quem é fã de tecnologia, save como as vezes é difícil conciliar o uso de mais de uma tecnologia para conseguir fazer tudo, ou mesmo para conseguir fazer coisas simples como transferir arquivos do seu computador para um celular ou tablet.

Bem para quem usa um celular ou tablet com Android e um sistema operacional como o Mac OS sabe que podemos encontrar aí algumas barreiras um tanto quanto "chatas".



Toda empresa ou fornecedor tende a puxar a "sardinha" para o seu lado e tentar as vezes dificultar ao máximo que você utilize tecnologias diferentes. Isso mesmo. Para eles é muito mais fácil se você quiser utilizar um único fabricante, suas tecnologias desde hardware, software, celular e por aí vai.

Pensando nisso, segue uma dica que pode ser muito útil para quando você precisa transferir arquivos do Mac OS para o seu Android.

Estou falando do Android File Transfer for Mac:

Link para download: https://dl.google.com/dl/androidjumper/mtp/current/androidfiletransfer.dmg

A instalação é bem simples.

Quando o download terminar, basta dar dois cliques para abrir o instalador selecionar o ícone com o boneco do Android e arrastar para a pasta aplicações:


É claro que podemos ter algum problema para conseguir utilizar, mas qualquer problema é só deixar nos comentários que resolvemos juntos, ok?

Abraço galera e boa noite.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Linux travando no notebook?

Pessoal, bom dia.

  Quem nunca teve algum problema de depois de instalar um linux em um notebook passar algum tempo ele travar? Congelar de forma que apenas um "dedoff" é a solução para reiniciar?!

  Pois já passei por isso :)



Segue abaixo um site que disponibiliza algumas opções de configuração para o linux em Notebooks HP/Compaq que podem resolver estes problemas de travamento.

 Site:

http://www.stearns.org/doc/hp-dv9225us-fedora-6.html

 Espero que esses ajustes possa ser útil para vocês.

Abraço.

domingo, 7 de junho de 2015

Eu S.A? Por quê não?!

Boa noite pessoal.

 A dica de hoje é um pouco "fora da curva". Na verdade ela se emprega para qualquer ramo de atividade, qualquer área de atuação, enfim qualquer que seja sua função, mas que seu objetivo seja o de se tornar seu próprio chefe, conseguir seu próprio negócio, sua própria empresa, resumidamente o título proposto pelo livro se tornando: "Eu S.A".

Este livro foi escrito pelo baixista e vocalista do Kiss, Gene Simmons que pesquisando um pouco mais sobre, podemos ver que não é apenas um astro do rock. Ele é um empreendedor, um investidor, um economista, etc ... Faltam adjetivos para descrever sobre os vários temas que ele aborda neste livro. Família, guardar dinheiro, trabalho, trabalhos extras, coisas que podemos abrir mão e não gastar com elas e por aí vai.
Como sou muito fã do Kiss e estou recentemente lendo mais sobre as dicas das pessoas bem sucedidas e histórias reais sobre cases de sucesso, empreendedorimos, etc, me interessei por este livro e mesmo sem terminar de ler, com certeza o recomendo para todos.

 Este livro aborda pontos como economia, guardar dinheiro, do quanto podemos e devemos aproveitar nosso tempo livre para nos instruirmos em primeiro lugar e para posterior a isso corrermos atrás de nossos objetivos e estarmos prontos para eles.
Se você procura algumas dicas do que é preciso para iniciar nessa jornada, seja seu sonho a riqueza ou mesmo a independência financeira sendo seu próprio chefe, recomendo este livro.

Não vou entrar no mérito de valores, onde comprar, pois você pode dar uma "googada"ou ir direto no seu site/loja favorito e comprar.

Título: Eu S.A,  Gene Simmons - Construa um exército de um homem só, liberte seu deus interior (do rock) e vença na vida e nos negócios
Editora: Fábrica231

Boa noite à todos, bom começo de semana e boa leitura!!!

Abraço.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Kali Linux no Mac OS com VirtualBox

Boa noite pessoal, tudo bem?

 O post de hoje é uma dica para que você consiga instalar o Kali Linux no seu Oracle VirtualBox utilizando como hospedeiro o Mac OS.

O Kali Linux para quem não o conhece, é uma distro Linux baseada no Debian com ferramentas compiladas e customizadas para fazer pentests, testes de invasão, quebra de senhas de arquivos, de redes wi-fi enfim, para estudos na parte de segurança.

Para quem quiser conhecer mais, segue o site oficial do projeto:

https://www.kali.org
















Nos primeiros testes que fiz tentando instalar ao final, antes de concluir tudo ele apresentava um erro onde a VM (virtual machine) era desligada.

 Abaixo segue um print do erro:


E por mais que você tente iniciar o Kali Linux, ele desligada a VM.

Segue abaixo o que você precisa fazer para não ter esse problema e poder desfrutar do Kali.

Criando a VM:

1 - Criar uma nova máquina virtual (se você quiser, pode editar a máquina virtual que você tentou criar antes):


* O VirtualBox irá definir automaticamente como um Linux genérico.

2 - Adicionar a quantidade de memória que iremos reservar para a VM:



3 - Se desejamos criar um novo virtual disk:


4 - O tipo de disco virtual que vamos criar:


5 - Aqui iremos informar se desejamos que o disco possa crescer de forma flexível automaticamente ou manualmente, ou se já iremos deixar um tamanho fixo alocado:


6 - Aqui definimos o nome do virtual disk e o tamanho:


7- Neste ponto, ao clicar em Create a VM será criada.


Siga os passos abaixo para poder agora parametrizar a VM de acordo com o que é necessário para o Kali Linux funcionar corretamente.

1 - Vá até as configurações da VM, em Geral e Básico altere o Sistema Operacional para Debian e a versão de acordo com a ISO que você utilizou (32 ou 64bits):


2- Em Avançado, colocar Compartilhamento Clipboard e Drag'n Drop como Bidirecional. 


3 - Clicar em Sistema, desabilitar Floppy e habilitar Enable I/O APIC:



4 - Em Processador, aumentar a quantidade de processadores para 2 e habilitar Enable PAE/NX:


5 - Clicar em Vídeo, aumentar a memória de vídeo para 128MB e habilitar aceleração 3D:


Feito isso, fazer a instalação do Kali Linux com a ISO baixada e aguardar o término da instalação.
Note que não iremos mais receber mensagem de erro. A instalação irá concluir e ao finalizar a instalação a VM irá inicializar sem nenhum erro chegando ao resultado que esperamos.


Espero que essa dica seja útil para vocês e que com isso todos possam iniciar os estudos em pentes e Ethical Hacker.

Abraço galera e boa noite.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

Inglês é importante e disso ninguém tem dúvida!!!

Pessoal, boa tarde.

 Hoje o post é rápido e tem o intuito de ajudar para quem gosta de estudar por conta a língua inglesa e  mesmo para quem busca um complemente para poder estudar.

 Encontrei um site na internet muito bom, que tem desde situações do cotidiano até situações mais corporativas.

 O site é http://www.solinguainglesa.com.br/


 Alguns conteúdos necessitam que você faça um cadastro gratuito no site.

 Fica a dica e bons estudos.

Até mais!!!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

CISCO - UCS - Unified Computing System

Boa tarde pessoal, tudo bem?

 Semana começando, vamos já falando de coisa nova. Falando agora um pouco da tecnologia de servidores e conexão Cisco.



 Hoje fala-se muito de uma estrutura de data center convergente, onde temos storage, computação, rede. Tudo em um único lugar.
 Mas o que é o UCS e o que ele tem haver com infraestrutura convergente?

 UCS - é uma arquitetura de servidor data center(x86) composta por computação, suporte para hypervisor (virtualição), fabric switch e software de administração.

Computação

 A camada de computação é dividida entre equipamentos C-Series e B-Series. Sendo o modelo C-Series conhecido como modelos rack server, modelos tradicionais de servidores.
O modelo B-Series são os modelos Blade de servidores, onde temos um equipamento que pode ser "fatiado" e cada fatia virar um servidor com seus recursos, semelhante a um servidor do modelo tradicional.
No B-series ainda temos duas opções sendo o modelo Full ou Half.
 Uma solução pode conter os dois modelos.

Modelos:

Exemplo de um modelo C-Series (C22 M3 Rack Server):







Exemplo de um modelo B-Series:




Virtualização

 Nessa camada estamos falando do software que irá gerenciar o hardware provendo recursos de hardware para os hosts VM's.
 Os hypervisors suportados são VMware ESX, ESXi, Microsoft Hyper-V, Citrix XenServer.
 Existe ainda uma tecnologia que permite que uma máquina virtual tenha acesso a um determinado recurso de hardware diretamente, tendo assim mais performance. São as VICs incorporadas nas VM-FEX.

Rede

 Aqui temos o chamado fabric interconnect, nos modelos de switch 6100 ou 6200. Esses switches provem comunicação de rede entre o chassis, as blades e rack servers com
 taxa de transmissão de 10Gbits e FCoE (Fiber channel over ethernet) para comunicação com a camada de storage.
 Os fabrics interconnect são derivados do modelo Nexus da Cisco. Os switches rodam com o SO NXOS.

Administração

 A administração de tudo isso é feita através qualquer browser de internet.
 O software de administração UCS Manager é executado na camada dos switches de fabric interconnect.
 Para quem gosta e quem se adequa melhor, a parte de administração também pode ser feita pela linha de comando.

A imagem abaixo mostra um exemplo de como é feita a conexão dos fabrics interconnect com os servidores:




                                                   *Imagem extraída do site da Cisco

Hoje em dia para quem usa o VBlock da VCE terá muito contato com o UCS da Cisco, a base da parte de computing, network é com esse cara. Claro que além disso, temos a parte de storage com equipamentos EMC e homologado pela VCE apenas ESX.
Com a tecnologia do UCS, temos desempenho, redundância e ganho no tempo de provisionamento de recursos.

Para quem tiver interesse, a Cisco disponibiliza em seu site uma opção que é o Interactive. Nele você pode ver os modelos de equipamentos, através de uma animação ele irá fazer em 360 graus do equipamento, mostrar como podemos sacar algumas partes, como funciona a conexão e onde estão localizados os mesanine cards.


Esse é o link para o modelo que extraí a imagem acima.

Abaixo é um print de como é a interface de adminitração do UCS:



Aqui você irá fazer a administração das blades, dos templates, profiles, alarmes, eventos de erro, etc.

Não vou entrar em cada nível agora, pois vou fazer gradativo e criando um post novo para cada assunto pertinente.

 Espero que essa nova forma de criar um ambiente (um data center em casa por assim dizer) seja útil e que possa atender suas necessidades, principalmente quanto a agilidade na entrega de recursos.

Abraço pessoal e boa semana!


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Gerenciamento de patches na Infraestrutura de TI

Bom dia pessoal, tudo bem?

 Recentemente estou realizando um trabalho sobre gerenciamento de patching em uma estrutura convergente, onde temos camada de storage, virtualização, network, enfim, tudo dentro de uma caixa. Mais para frente em um novo post vou abordar essa parte de infraestrutura convergente.

 Percebi o quanto muitas organizações não têm um processo bem definido quanto a isso, ou muitas vezes não possuem este processo desenhado, implementado e acabam tendo que resolver algum problema com alguma atualização para correção quando um ambiente foi invadido, danificado por algum bug e em sua maioria gerando um estresse que poderia ser evitado.

 Pesquisando um pouco e tentando adequar a organização, elaborei um pequeno guia que pode servir para você implementar na sua companhia ou nos seus clientes.

 Vamos primeiro colocar uma definição para: "O que é patch?"

- É uma correção a ser feita em um componente seja ele de hardware ou software com a instrução do fabricante/fornecedor.

 Abaixo temos os tipos de patching:

Funcionalidade: Corrigi um problema funcional, bug fix.
Recursos: Introduz um novo recurso dentro de um software ou hardware.
Segurança: Correção para vulnerabilidades identificadas.

Existe no mercado duas normas quanto ao controle de patching que vale a pena reservar um tempo e dar uma lida.

Normas de controle de patching:

- ISO/IEC 27002 
 - NIST SP 800-40 v. 2.0 

 Como parte do processo para o gerenciamento de patching, separei estes em 8 fases:


  1. Coleta de informações;
  2. Análise de risco;
  3. Agendamento e estratégia de implementação;
  4. Testes;
  5. Planejamento e gerência de mudanças;
  6. Implementação de patches e instalação;
  7. Verificação de relatórios;
  8. Manutenção;


Vamos agora ver um pouco de cada fase.

1 - Coleta de informações

 - Inventário dos hosts / ativos;
 - Pesquisa de patches e vulnerabilidades;
 - Pesquisa de exploits* e ameaças;

* É um pedaço de software, maça de dados ou sequência de comandos que ganham vantagem de uma falha, defeito ou vulnerabilidade de um recurso de software ou hardware, fazendo com que esse trabalhe de forma imprevista, seja dando o controle para tal exploit, elevando permissões e funções que não são as designadas para que o software/hardware não funcione corretamente.


2 - Análise de risco

 - Patch e ameaças de segurança;
 - Patch e impactos de segurança;
 - Análise de risco;

3 - Estratégia para implementação

 - Definir agendamento de patches;
 - Minimizar mudanças;

4 - Testes (caso seja necessário)

 - Espelhar ambiente de produção em ambiente de teste;
 - Validar se um patch é autentico, dependência ou requisitos, se a vulnerabilidade será contornada/corrigida, conflitos com outras aplicações;
 - Testes de instalação do patch;
 - Testes de desinstalação do patch;

5 - Planejamento de mudança

 - Proposta da mudança;
 - Planos de contingência e desinstalação; (Rotinas de backup e backups pontuais).
 - Mitigação dos riscos;
 - Monitoramento dos patches;

6 - Implementação de patches e instalação

 - Nos casos que for possível, fazer a automatização da aplicação do patch;
 - Mecanismo seguro para distribuição do patch;

7 - Relatórios

 - Verificar se os patches foram instalados;
 - Seguir um plano de contingência caso o patch tenha apresentado problemas;
 - Gerar métricas;
 - Documentar o progresso;

8 - Manutenção

 - Analisar a políticas e aperfeiçoar o processo;
 - Treinamento de equipes quanto a ferramenta e processo;

Falando agora de uma forma um pouco mais abrangente de um processo como o todo. Inicialmente é importa que exista uma ferramenta interna ou uma empresa terceira que possa e consiga fazer um scan na sua rede para poder gerar um relatório dos hosts que possuem algum componente que precisa ser corrigido, medir o grau de serveridade dessa vulnerabilidade e junto determinar o tempo que este tem para ser corrigido.

Como um exemplo de ferramenta que faz isso hoje, posso citar o Qualys. Você cadastra uma rede, ou uma VLAN ou mesmo Ips dos seus hosts tendo a possibilidade de criar um POOL e executar um scan onde um relatório será emitido em PDF com a informação do host, o grau de serveridade da vulnerabilidade, qual a vulnerabilidade e o patch necessário para corrigir.

Depois disso, cabe a quem administra fazer o processo de correção através de uma ferramenta para aplicar os patchs como WSUS para Microsoft e Satellite para Red Hat.

Podendo definir a severidade da vulnerabilidade entre 1, 2, 3, 4 e 5, podemos definir o prazo da seguinte forma:

1 - Baixa
2 - Média
3 - Alta
4 - Crítica
5 - Urgente

- 1 correção em 90 dias;
- 2-3 correção em 60 dias;
- 4-5 correção em 30 dias;

 É importande entender que durante todo este processo, os patches que devem ser aplicados devem ser os oficiais liberados por cada fabricante. Este por sua vez já vai estar homologado, testado e confiável para o ambiente sem gerar maiores problemas.
 Existe os mais conservadores que ainda preferem testar estes patches em laboratórios, porém isso requer um estrutura montada e nem sempre sendo fiél ao ambiente real produtivo que irá receber, então caso você não disponha de recursos para ter um lab com esse porte, vale algumas dicas:

- Se o ambiente a ser corrigido for um cluster de 2 nós, deixar um nó como ativo e fazer no nó de stand-by;
- Se o ambiente for um servidor Linux com Apache, verificar se tal patch não impacta em determinada versão do SO ou do Apache. Neste caso pode ser necessário fazer um upgrade de versão para compatibilidade;
- Executar os upgrades em números reduzidos de recursos, separando por exemplo, como patches para SO, depois patches para Apache, etc. Seprar por camadas.

 Muito mais importante que tudo isso, garantir um backup integro e completo do ambiente. Incluir backup de SO e de aplicações.

 Para quem utiliza recursos virtualizados, pode ser utilizado snapshot. Para os testes do patch pode ser feito até um clone de uma máquina para teste, conforme falamos um pouco àcima.

 A quem goste de fazer todo esse controle por planilhas, colocando diversas informações dos hosts, versão atual de patch, controle, etc. Na minha opinião é válido sim você ter uma planilha de controle, mas não com essa profundidade de informações, primeiro por que é um trabalho muito manual e que pode causar confusões e erros de preenchimento (para não falar arcaico) e podemos pensar em ferramentas para fazer isso. Que seja o próprio controle dos relatórios em um sistema controlando isto por data, versão e transformá-lo em um portal.

 Quero lembrar de que tudo foi dito não é a via de regra, e isso pode ser alterado de acordo com o que atende a sua organização, sua regra de negócio, seu cliente específico, etc.

 Espero ter ajudado um pouco no quisito processo da parte de patch e como podemos implementá-lo no ambiente que está sob nossa responsabilidade.

Abraço e bom dia à todos!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

EMC VIPR - Agilidade no dia-a-dia

Fala pessoal, boa tarde. Tudo bem?

Hoje vou dar uma prévia da ferramenta VIPR.



 Semana começando com chuva, frio, pelo menos aqui onde moro!!!
 Mas é claro que isso não seria um problema para um post logo em uma segunda-feira :) ...

 Estou tendo contato agora com uma ferramenta de automatização da EMC, o VIPR.

 Essa ferramenta nos permite criar catálogos de serviços de acordo com as regras de negócio que definimos, bem como as demais soluções estão configuradas, como storage, sites, zoning, tiers, etc.

 Isso mesmo!!! De certa forma, fazemos essas configurações com basicamente um click, usando uma única interface, baseando-se no que temos como catálogo de serviço.

 Para quem tiver interesse, a EMC disponibiliza uma Demo no endereço abaixo:

http://www.emc.com/microsites/vipr-demo/index.htm#/vdc/1/admin/dashboard/admin-dashboard

 Além de termos acesso a console para simular como a ferramenta funciona, ir se familiarizando com os menus, funcionalidades, etc, temos também vídeos de How-to.


Algumas funcionalidades que são muito interessantes quanto ao VIPR são:

Administração e criação de zoning (automaticamente se precisar);
Definição de qual tierização que irá utilizar;
Faz mount e umount de discos apresentados em ambientes virtuais (ainda não pesquisei se ele faz o mesmo para servidores com Windows/Linux/Unix);
Seque um padrão de nomenclatura;

Enfim, o que um administrador demoraria pelo menos umas 3-4hs para entregar no modelo tradicional, em um teste o VIPR entregou em 6 minutos.

 Fica a dica e mais uma ferramenta da EMC que vem para somar no dia-a-dia de uma operação e principalmente para auxiliar administradores.

Abraços!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Linux - Voluntário de 84 anos + Linux? Como assim?

Fala pessoal, bom dia.

 O post de hoje é coisa rápida e uma iniciativa muito legal, principalmente para a comunidade que é fã de software livre!!! Linux é para mim sem comentários e de longe a melhor opção para ambientes que necessitam de performance, desenvoltura, confiança, controle, enfim...
 Hoje não trabalho mais diretamente como administrador Linux/Unix, posso dizer que sinto falta, porém a nossa vida é feita de escolhas :) ... Mas nunca perdi o amor, o respeito e principalmente a indicação do uso do Linux.



 No link abaixo do site Linux.com, vemos a iniciativa de um senhor de 84 anos que recupera Pc's, notebooks e instala linux ... Mas não por hobbie ou qualquer outro motivo que poderia ser apenas uma passa tempo.
 Ele concerta estes computadores e depois disponibiliza para Africa...

http://www.linux.com/news/featured-blogs/200-libby-clark/827669-video-84-year-old-volunteer-rebuilds-sends-linux-laptops-to-africa

Pelo menos no meu ponto de vista, isso nos motiva quando estamos descontentes com nosso trabalho, ou com algum problema que estamos enfrentando no trabalho, seja com problemas em soluções, a forma que o meio de trabalho se tornou hoje, enfim...  Esse post não é para desabafo, mas sim para mostrar coisas que devemos usar como exemplo, como nos motivar e como correr atrás do que realmente importa.

Abraços e um ótimo dia para todos!