quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Inteligência Artificial na criação de imagens

Fala pessoal, tudo bem?

A inteligência artificial vêm redefinindo muito a maneira como criamos e interagimos com imagens. Mais precisamente com a criação de imagens.

Através da IA, com suas redes neurais e algoritmos avançados, está capacitando artistas, designers mas principalmente amadores, pessoas que nunca desenharam nada (as vezes só os bonecos de palitos rs) a produzirem verdadeiras obras de arte, com visual impressionante e até riqueza de detalhes.

Podemos até mesmo criar imagens com a IA no estilo Pixar. Que diga-se de passagem, foi uma febre aí nas últimas semanas.

Aqui vai uma lista de sites que você pode começar a brincar um pouco com a IA e o poder de criação de imagens.

Obs.: Muitos sites podem liberar alguns "créditos" para que assim você possa fazer uma degustação e caso seja útil para seu trabalho ou mesmo para seu hobbie podem existir assinaturas. 

A maioria vai solicitar um cadastro também, OK?

  1. Runway ML (runwayml.com): Oferece uma variedade de modelos e ferramentas para criar e experimentar com imagens geradas por IA.


  2. Deep Dream Generator (deepdreamgenerator.com): Baseado no algoritmo DeepDream do Google, permite transformar suas fotos em imagens psicodélicas geradas por IA.


  3. Artbreeder (artbreeder.com): Permite criar novas imagens combinando e ajustando imagens existentes usando IA. É uma plataforma divertida para experimentar diferentes estilos visuais.


  4. Runway ML's DALL-E (runwayml.com/dall-e): Esta é uma implementação do modelo DALL-E, que é conhecido por gerar imagens a partir de descrições de texto. Você pode experimentar essa IA online.


  5. DeepAI (deepai.org): Oferece várias ferramentas baseadas em IA, incluindo a geração de imagens a partir de texto, estilização de imagens e muito mais.


  6. PaintsChainer (paintschainer.preferred.tech): Um serviço que utiliza IA para colorir desenhos e ilustrações automaticamente.


  7. Nvidia GauGAN (nvidia.com/en-us/research/ai-playground): Uma ferramenta que permite pintar paisagens em estilo livre e, em seguida, traduzir esses traços em paisagens realistas com IA.


  8. Deep Dream (deepdreamgenerator.com): Baseado na tecnologia de aprendizado profundo do Google, permite criar imagens surrealistas transformando suas fotos em obras de arte geradas por IA.


  9. This Person Does Not Exist (thispersondoesnotexist.com): Mostra retratos de pessoas que não existem, criados por uma rede neural generativa.


  10. DeepArt.io (deepart.io): Permite aplicar estilos artísticos a suas fotos usando IA, inspirados por artistas famosos.


    Eu tomei uma "liberdade poética" e fiz um teste o qual vou compartilhar com vocês neste post. Quem diria que o Papa Francisco é um multi-instrumentista?






    Ou quem poderia imaginar que o Steve Wonder pilota um barco sozinho?


    Ou até mesmo, quem poderia imaginar que uma das mentes mais brilhantes do mundo é um esportista nato?



    Todas essas imagens foram criadas através de uma das ferramentas de I.A compartilhadas neste post.
    Legal né?
    Muito!!!

    Mas é claro, que em alguns aspectos temos que tomar muito cuidado e até os próprios sites já possuem alguns mecanismos do que permite criar ou não.

    Agora é soltar a criatividade e colocar a I.A para trabalhar e além de diversão, utilizar nos negócios como campanhas, flyers, etc.

    Bom divertimento pessoal.
    Abs

    :wq!


segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Inteligência Artificial - Entrevista Silvio Meira no Programa Roda Viva - TV Cultura

Fala pessoal, tudo bem?

Compartilhando aqui uma entrevista muito legal do Silvio Meira no programa Roda Viva da TV Cultura, falando de várias coisas e principalmente sobre Inteligência Artificial.

Temos como "fake news', privacidade de dados e regulamentação de redes sociais também são outros temas abordados na entrevista.

Silvio Meira é professor, fundador/cientista chefe da TDS Company e também um dos fundados do Porto Digital, presidindo o conselho de administração. O Silvio é fera!!!


Link do vídeo


domingo, 24 de setembro de 2023

Inteligência Artificial e Dilemas Éticos


Fala pessoal, tudo bem?

De uns tempos pra cá, parece que a grande "bola da vez" no mundo da tecnologia, é a Inteligência Artificial ou apenas I.A.

Claro que como um grande fã e amante de tecnologia, eu acho esse assunto incrível, além é claro das possibilidades de uso.

Mesmo se tratando apenas de tecnologia, existe um assunto que não pode ser ignorado ou sequer ser deixado de lado num primeiro momento.  Estou falando da Ética!
Pode não parecer num primeiro momento, mas I.A (é assim que irei tratar o termo Inteligência Artificial),  está relacionado diretamente com questões éticas, mais do que se imagina.

Na minha opinião, assim como tudo na vida, tem bônus e ônus e mediante a isso, decidirmos pelo que vale a pena. A I.A. também envolve esse dilema.

Vamos para um exemplo do lado bom da I.A.:

Avanço mais rápido e até revolucionário de áreas como saúde, educação, direito, segurança e transporte.

Interessante, não?!

Agora temos dilemas éticos que podem vir junto com a I.A.:

Privacidade, transparência,  responsabilidadess, questões legais e sociais, mercado de trabalho (relação direta com desemprego), fins militares... E por aí vai.

Mas o que é "ética"?

De acordo com o dicionário Aurélio (sim, pode me chamar de velho rs, pra mim eu estou virando um clássico rs):

É o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto.

Simplificando ...

Algo moral, íntegro, digno, honesto, honrado, correto, certo, decente.

Mas então, o que vem a ser ética na I.A.?

- São discussões sobre os valores que precisam e devem orientar a criação,   uso e controle desse tipo de tecnologia.

Temos que lembrar e reforçar que por trás da I.A., temos humanos envolvidos,  sejam os programadores ou mesmo os idealizadores/patrocinadores, financiadores disso.

Simplificando de novo:

Pode haver um conflito de interesse, segndas intenções, fazendo assom o uso indevido por trás da I.A.

Vamos destrinchar isso um pouco mais, para ficar mais claro.

  • Algoritmo

Para aqueles que não estão familiarizados com o que são algoritmos, aqui vai uma explicação:

Em matemática e ciência da computação, um algoritmo é uma sequência finita de ações executáveis que visam obter uma solução para um determinado tipo de problema. Segundo Dasgupta, Papadimitriou e Vazirani; "Algoritmos são procedimentos precisos, não ambíguos, padronizados, eficientes e corretos."

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Algoritmo

Mediante a base de dados utilizada no treinamento, podemos reproduzir preconceitos e discriminações  existentes na sociedade atual.

Com este tipo de viés, decisões injustas e com desigualdade podem ser tomadas.

Isso ocorendo com a I.A. que está sendo utilizada na justiça ou recrutamento, quando falmos de seleção de pessoas para os mais diversos fins, já pensou?

É preciso que técnicas, diretrizes, controles e normas sejam desenvolvidas e aplicadas para evitar isso.

Exemplo: Sistemas de reconhecimento facial. Dependendo do modelo utilizado, ele pode "excluir" determinados reconhecimentos de pessoas por não estar dentro do "padrão" que ele conhece.

  • Privacidade

Podemos usar I.A. quando à necessidade de coleta e processamento de dados, seja numa forma branda ou até mesmo de forma massiva.

Mas e se esses dados, forem dados pessoais?  Dados sensíveis? 
Como fica a privacidade?
E se esses dados forem utilizados  para vigilância?

Isso não pode ser caracterizado como um ambiente de controle? Perseguição?

A vigilância excessiva causa isso.

Parece até o modelo de regimes autoritários.

Precisam ser estabelecidas regras muito claras quanto ao uso de dados pessoais e a vigilância por parte da I.A.

Exemplo: Semelhante ao primeiro exemplo, sistemas de vigilância com reconhecimento facial utilizados em locais normalmente públicos, mas não limitados apenas a estes.

  • Autonomia e responsabilidades

Existem sistemas de I.A. que são utilizados para tomadas de decisão.
Eles trabalham de forma autônoma,  ou seja, não possuem intervenção humana.
À partir deste momento, ele passa a ter responsabilidade  por essas decisões?

Hoje, um dos sistemas autônomos  talvez mais comum e que a maioria de nós conhecemos, são os carros autônomos.
Agora, imagine que esse carro autônomo causou um acidente  (não vamos neste momento entrar no mérito de qual acidade).

Quem é o responsável?

Novamente, precisamos discutir e que sejam estabelecidas regras, critérios e até leis para atribuição de responsabilidades.

  • Discriminação/Exclusão social

Assim como comentado na ética envolvendo "algoritmos", precisamos garantir e trabalhar para que a I.A. sempre seja justa e imparcial.

A I.A. precisa ser inclusiva e sem discriminação.

  • Mercado de trabalho

Como qualquer nova tecnologia, a I.A. também causa uma grande preocupação no mercado de trabalho. Essa preocupação relacionada mais diretamente a demissões e extinsão de alguns cargos.

Afinal, a I.A. pode substituir humanos em suas funções?
Na minha visão e opinião,  pode sim. Sem sombra de dúvidas!

O trabalho que deve ser feito em cima disso, está relacionado nas formas que essa transição deve ocorrer.

Os trabalhadores precisam começar serem desenvolvidos para as novas habilidades necessárias, para que estes ocupem os novos cargos e possam executar em sua totalidade as novas funções e responsabilidades.

Todo mundo tende a ganhar com essa transição justa, de forma assistida e acma de tudo ... Mais humanizada.

  • Uso em questões militares

Não deveria  ser novidade para ninguém  os medos e o poder devastador e bombas atômicas e guerras nucleares, certo?

Imagine agora toda essa potência devastadora se unindo aos poderes da I.A.?

Tenso, não é?

Drones autônomos podem tanto atingir um alvo com extrema precisão, quanto tomar decisões sem instruções humanas.

Nesse contexto de uso militar, é um pouco mais complicado. Afinal cada país tem suas leis, regras e ambições quanto a este assunto, guerras, armamento, espionagem, etc. Podemos não desenvolver I.A. para esse fim, mas nada impede que outros países o façam.

Agora foi apenas uma abordagem macro das questões mais importantes que envolvem o encontro desses dois temas: Ética e I.A.

O tema I.A. por sí só, é muito extenso e complexo. Somando agora as questões éticas, isso aumenta de forma exponencial, envolve preocupações legítimas e importantes para o bem-estar da sociedade e até sobrevivência de nações.

Ainda existe muita água para rolar quanto à tudo isso, mas vamos acompanhar!

Pra você que chegou até aqui, um abraço e até a próxima.

:wq!

sábado, 20 de maio de 2023

I.A - Inteligência Artificial

O que é inteligência artificial?

De forma bem simples e objetiva, é a capacidade de uma máquina reproduzir atividades/competências como se fosse um ser humano. Atividades como:

  • Raciocínio;
  • Aprendizado;
  • Criatividade;
  • Planejamento;
  • Reconhecer padrões;
  • Inferência ( 1. ação ou efeito de inferir; conclusão, indução. | 2. Lógica: operação intelectual por meio da qual se afirma a verdade de uma proposição em decorrência de sua ligação com outras já reconhecidas como verdadeiras. );
A parte legal disso tudo, está no fato de que a I.A (daqui pra frente vamos utilizar I.A para referir a Inteligência Artificial, ok?) vai aprendendo de forma autônoma.
Conforme ela tem interações, ela vai aprendendo e fazendo com que sua base de conhecimento cresça e cada vez mais tenha condições de atender inicialmente novas interações.

Outro ponto importante está na ideia de que ela possa executar atividades manuais/motoras que geram desgaste em humanos ou até mesmo animais.

Veja alguns exemplos:

Drone sobrevoando o campo

Imagem extraída de Forbes

Robô em um armazém

Imagem extraída de Mundo Conectado

Cão robô segurança

Imagem extraída de Tilt UOL

São apenas alguns exemplos, mas já é possível ter uma ideia da abrangência que a I.A pode ter para os mais diversas atividades e funções.

Como ponto principal disso tudo está em melhorar a eficiência, previsão e segurança.

Mas calma aí... Então ela vai substituir pessoas e alguns determinados trabalhos?
Se formos pensar "friamente", sim. Mas se formos pensar em um contexto mais abrangente o que deve ocorrer é uma troca de funções e por consequência disso a adaptação das pessoas quento as novas atuações.

Parece meio confuso, mas vamos para um exemplo:
  • Um robô que entra em uma mina para explorar. Dado os riscos de enviar uma pessoa ou um grupo de pessoas (vide casos de vários que já ficaram presos dentro de minas, fora risco de lesões, desabamento, etc), ao enviar um robô com câmera, sensores e condições de se adaptar ao lugar, precisaremos de pessoas que irão operá-lo manualmente caso aconteça alguma coisa, mas isso sendo feito de um local seguro. Acompanhar as descobertas feitas pelo robô, os dados capturados e apoiar nas estratégias do que fazer e como fazer.
Outro exemplo:
  • Como em uma das imagens que compartilhamos acima, um drone sobrevoando e coletando dados do campo. Muitos até fazem atuações como controle de pragas, questões envolvendo estudo da plantação, dentro outros. Ainda assim é necessário uma pessoa acompanhando e monitorando tudo, controlando o voo do drone. Agora imagine tudo isso sendo feito por um humano, tendo que andar e percorrer toda extensão de terra da plantação, carregando equipamentos pesados e desconfortáveis, inalando o cheiro de produtos tóxicos, exposto ao calor extremo, chuva, etc.
Mas como chegar em tudo isso e ter esse resultado final?

Através da receita: Big Data + Computação em Nuvem utilizando modelos de dados (lembrando que um bom modelo de dados ou melhor, o correto para determinada situação, faz toda diferença) e no final = máquinas inteligentes.

Existem tipos de I.A?
Existe sim ... Vamos a eles...

Até o presente momento, temos 3:
  • I.A Limitada (ANI)
  • I.A Geral (AGI)
  • Superinteligente (ASI)
I.A Limitada (ANI)

Esse modelo é conhecido como I.A "fraca", tendo inteligência mas atendendo a um único propósito.
Armazenar um grande volume de dados para realizar atividades complexas mas de acordo como foi programado para fazer.
Tem a capacidade de fazer cálculos complexos e tudo isso com muita rapidez.
Dentro da I.A limitada, ainda temos duas subcategorias:
  • Máquinas reativas: armazena de certo modo poucos dados e reage a poucos estímulos de acordo com sua configuração;
  • Memória limitada: armazena mais dados que o modelo anterior e os utiliza para tomada de decisão. Esse modelo aprende com base em escolhas anteriores de outros usuários, oferecendo conteúdos semelhantes;
I.A Geral (AGI)

É considerada uma I.A mais "forte", próximo a uma nível humano, tendo capacidade de resolver tarefas semelhantes as realizadas por humanos.
Aprendendo através de machine learning, compreende e reage a estímulos específicos.
Aqui também temos duas subcategorias:
  • Máquinas cientes: tem a capacidade de compreender estímulos que recebe para processar as informações;
  • Máquinas autoconscientes: tem a consciência de si própria e do que está ao seu redor, tornando de certo modo mais fácil a compreensão de estímulos externos. Sua reação se assemelha a um ser humano.
Superinteligência (ASI)

Está em fase de estudos e seu futuro ainda é uma incógnita por diversos fatores, dentre eles questões legais e talvez regulatórias.
Estima-se que ela será superior a inteligência humana, com capacidade de realizar tomadas de decisões e armazenar dados também.
Existe uma ideia, uma possibilidade, de essa I.A ser superior a mente humana (que loucura né? rs), mesmo que pouco, e sendo mais inteligente podendo assim executar atividades impossíveis para humanos. Pelo menos isso é o esperado ou apenas o desejo.

Embora muito se fale e se tenha acesso hoje quanto a I.A, ainda existe um longo caminho entre sua maior popularização, acesso e acima de tudo, como, quando e por que/quem ela pode e deve ser utilizada.
Como reflexão disso... vale lembrar que existem tantas coisas que foram feitas pensando no uso do bem e foram convertidas também para o uso do mal.
Outro ponto é... muito já se percorreu para chegar onde chegamos mas é claro que ainda podemos ir muito mais longe com a I.A.

Por hora é isso.
Até a próxima pessoal.
:wq!

sábado, 22 de outubro de 2022

O que é Cloud Computing?


Cloud Computing

Salve pessoal. Tudo bem?

Mas afinal, o que é Cloud Computing?

Traduzindo de forma literal, Computação em Nuvem:

"É uma tecnologia que permite acesso remoto a softwares, armazenamento de arquivos e processamento de dados por meio da internet. É uma alternativa para você acessar dados importantes de qualquer computador, em qualquer lugar."


Origem: SalesForce


Trazendo para nosso dia a dia, é o fato de você poder construir serviços e soluções sem a necessidade de comprar servidores, equipamentos de Storage, equipamentos de rede (em partes) ou até mesmo sem a necessidade de realmente ter que desenvolver algo do zero.


Quando listamos o necessário no modelo "tradicional" de antigamente, temos:


  • CPD's ou Data Centers;
  • Aquisição de hardware (servidores, switches, roteadores, firewalls, storages, dentre outros);
  • Cabeamento;
  • Estrutura de ar condicionado;
  • Controles de acesso e segurança física;
  • Mão de obra especializada para suporte e instalação do equipamentos;
  • Contratos de manutenção de hardware;
  • Seguro;
  • Dentre outros ...
Claro que nem todas as empresas tinham esse total de soluções e equipamentos, mas é só pra elencar alguns dos principais serviços que antes precisávamos adquirir para podermos começar a prover nossos serviços aos clientes, sejam internos ou externos.

Tá, mas até aí, qual o problema?

O problema disso tudo é que requer investimento tanto inicial (Capex) quanto no decorrer do tempo (Opex).
Quando vamos comprar um servidor (não importa a marca e o fabricante), ele custa um determinado valor que normalmente é elevado, junto temos o contrato de manutenção para troca de peças e suporte do fabricante ou mesmo de uma empresa terceira, algum componente adicional que vai adicionar um novo custo no preço total.
O mesmo vale para os demais equipamentos em suas respectivas áreas de atuação.

Outro problema, as vezes precisávamos adquirir um determinado equipamento para subir um site de um e-commerce, só que precisamos lembrar que temos alguns períodos onde ocorre um volume maior de acessos dos clientes (black friday por exemplo), e o equipamento tem uma quantidade de recursos finito. Logo, precisamos de mais equipamentos para comportar o aumento de acessos. Para isso, antigamente nós tínhamos que comprá-los e ficar com eles ociosos nos períodos em que não tínhamos mais essa elevada quantidade de acessos.

Recurso parado é dinheiro perdido para companhia.

Ah, mas eu posso alugar quando for necessário!

Pois é, você pode! Mas você precisa lembrar que vai ser necessário espaço físico, parte elétrica, refrigeração, cabeamento, etc, etc, etc.
Dependendo da quantidade necessária você vai ter que contar que o locatário terá a quantidade, quanto mais perto desses períodos maior será o custo também ...

Fora que existe o tempo entre alocação (ou até mesmo na compra), preparação do ou dos equipamentos, entrega, instalação, configuração e liberação do ambiente para os técnicos começarem a prover os serviços e soluções.
Tempo também é dinheiro!

Foi aqui que a Amazon e outros players tiverem a sacada de prover tais recursos como serviço.

Você não precisa se preocupar a partir disso com quantidade de servidores físicos que vamos precisar comprar e/ou deixar parados no estoque para quando precisarmos usar, cabeamento, estrutura de ar condicionado, controle de acesso físico, etc.
Você não se preocupa mais com isso, essa preocupação e responsabilidade agora é do "aspira"(AWS).

Pensa bem ...
Todo aquele estudo de caso, size dos equipamentos, periféricos adicionais, cotação de preços, prazos de entrega, instalação física, atualizações de firmware/BIOS, troca de peças, toda aquela manutenção que você seria o responsável e ainda gastar por isso, agora a AWS faz pra você.

Poxa, mas de um servidor, agora preciso de mais quatro... Como eu faço?
A AWS já tem isso pronto pra você!
Mas eu só preciso usar esses quatro nessa semana, depois não vou mais precisar. Vou deixar parado lá no Data Center da AWS?
Jamais!!! Você paga por uso desses quatro nessa semana e depois devolve para AWS que ela libera para outro cliente quando precisar usar.

Veja que estamos falando isso de recursos computacionais (servidores), mas a ideia não se restringe apenas a eles.
Temos serviços de armazenamento, serviços de banco de dados, serviços de conectividade, dentro uma infinidade de outros serviços que a AWS oferece pra você.

Outra parte legal, você não precisa se restringir a uma única localidade. Você pode subir os seus serviços em locais espalhados de forma global.
Eu posso subir um site hospedado na AWS dos Estados Unidos, posso subir o serviço aqui no Brasil e replicar para os Estados Unidos. Existe um leque de possibilidades e de casos que você precisa estudar e avaliar para desenhar como ficaria isso.

Obs.: Existem questões regulatórias para alguns ramos de atuação que vão mudar de país para país, por isso você também precisa ficar atento a isso quando for escolher uma determinada Região para hospedar seus serviços.

Então para resumir, quando falamos de Cloud estamos falando de agilidade e praticidade para termos recursos de conectividade, recursos computacionais e de armazenamento através de um portal self-service.
Até mesmo de serviços pré-prontos, só jogar um código lá pra rodar ...

Só precisamos sempre ter em mente, que no final, a parte ali que não vemos, temos data center, servidores, equipamentos de rede, requisitos de segurança, contratos de suporte, etc ... mas essa parte a AWS que se preocupa.

Por hora é isso.
Abs e até a próxima!
:wq!

sábado, 15 de outubro de 2022

Cloud Computing (AWS)... e o retorno =]



Salve pessoal. Espero que estejam todos bem!

Andei meio sumido, várias mudanças foram acontecendo na minha trajetória profissional, etc... mas estamos de volta. 
A ideia é voltar e fazer uma séria de conteúdo falando sobre Cloud, mais precisamente sobre um conteúdo voltado para os serviços AWS.

Vamos falar sobre:

  • O que é Cloud Computing;
  • Alcance global AWS;
  • Principais serviços AWS (Core Services);
  • AWS Integrated Services;
  • Segurança;
  • AWS Access (console, SDK e CLI);
  • AWS Core Design / Well Architected Framework;
  • Billing and Pricing;
Vou tentar ao máximo separar em partes que tragam uma abordagem clara e bacana sobre cada assunto, embora vou ser sincero, tem alguns que são um pouco mais maçantes.

Este conteúdo já serve também de tabela para começarmos a entender sobre os serviços dos demais players (Azure, GCP, Oracle, dentro outros). Onde o conceito acaba sendo praticamente o mesmo, mudando apenas o nome, como é integrado ou disponibilizado e a ideia que cada player fez o serviço para ele funcionar.

É isso ... 
Bora preparar o conteúdo para ir disponibilizando.

Abs
:wq!

sábado, 19 de junho de 2021

Monitoração com Zabbix - Adição de host Linux


Olá pessoal, tudo bem? 

Espero que estejam todos bem e se cuidando!

Dando continuidade no assunto sobre Zabbix, hoje vamos ver como registrar os seus hosts Linux no Zabbix e assim passar a monitorá-los. Neste momento, pelo menos monitoração básica, ok?

Nosso host que iremos adicionar para monitorar no Zabbix:

IP: 192.168.100.112
SO: Debian 10.7
Hostname: debian-app-mon

Para instalar o Zabbix agent, execute o comando abaixo:
# apt-get install zabbix-agent

Terminando a instalação, devemos ter os arquivos dentro do diretório /etc/zabbix.


Iremos editar o arquivo zabbix_agentd.conf, localizando a linha Server e inserindo o IP do nosso Zabbix server:

Server=192.168.100.113

Feito isso,  vamos fazer o start do serviço e aproveitar para habilitar o serviço durante o boot.
# systemctl start zabbix-agent
# apt-get enable zabbix-agent
O serviço do agent estando OK, devemos ter uma saída parecida com a imagem abaixo:


Agora vamos a console de gerencia do Zabbix para fazer o cadastro do host na monitoração.

http://192.168.100.113/zabbix

No Menu do canto esquerdo, iremos clicar em Configuration:


Em seguida, vamos clicar em Hosts:


Vamos clicar agora em Creat host:


Na tela seguinte, iremos preencher as infos básicas do server que iremos adicionar e selecionar o tipo de registro/comunicação com este host:


Mediante então ao nosso lab, este é o exemplo de como ficaria o preenchimento. Ah, e muito importante é selecionar em Groups, os grupos de monitores que são correspondentes ao equipamento que está sendo adicionado. Como nosso server é Linux, devemos escolher "Linux servers". Ou seja, podemos criar grupos customizados de acordo com nossas aplicações, unidades de negócio, etc ... Você configura de acordo com o que faça sentido para sua organização ou seu cliente.
Em interfaces é onde vamos colocar o IP do host agent e a porta de comunicação. Caso você opte por monitorar via SNMP, IPMI, etc, é meste campo que você deve escolher.


Por fim, devemos clicar em Add assim que terminarmos de preencher tudo.

Automaticamente, você será redirecionado para tela anterior dos hosts que estão adicionados e nessa tela você já deve ver o que acabamos de adicionar.


Uma outra coisa que precisamos fazer é fornecer qual é o tipo de template que este host à ser monitorado faz parte.
Para isso vamos clicar no nome do host, Templates e selecionar os templates adequados:



Agora até que tudo seja coletado e a estrutura seja criada leva um tempo, que é o tempo de descoberta do agent, do que tem no server, do que tem pelo template que adicionamos lá para que ele possa construir toda estrutura para a view do Zabbix.


Passado um tempo, começamos a ter as visões de performance do host, parte de disco, network, etc:



Pelo menos o básico de monitoração para este host Linux já temos =)

Abs e até a próxima!
:wq!

sábado, 24 de abril de 2021

Monitoração com Zabbix - Instalação no Debian

Fala pessoal, tudo bem?
Espero que estejam todos bem!

Hoje vamos falar de monitoração, mais precisamente de monitoração com a ferramenta Zabbix.

Mas o que é o Zabbix?    
    - É uma ferramenta de monitoração de código aberto utilizada para monitoração de recursos de infraestrutura como Redes, Computação, Serviços e experiência de usuário.

Além disso é possível criar regras de relacionamento para análise de causa raiz para problemas que ocorram.

Sem contar a possibilidade de monitorar recursos por agente, sem agente, SNMP, IPMI e JMX. É realmente uma grande quantidade de opções.

Bem, vamos lá, para parte prática!

Nosso cenário será o seguinte:

  • Virtualização com VirtualBox;
  • Uma máquina virtual com Debian para ser nosso Zabbix Server
    • 1 vCPU
    • 2 GB Memory
    • 12 GB de Disco
    • Rede como Bridge Adapter
  • Uma máquina virtual com Debian para ser nosso cliente de monitoração
  • Uma máquina virtual com CentOS 7 para ser nosso cliente de monitoraçao
OBS.: Na parte dos clientes de monitoração, tanto faz o size da máquina que será criada, OK? O importante é estarem também como Bridge Adapter ou na mesma configuração de rede da máquina Zabbix Server para não termos problemas de comunicação.

1 - Instalando o Zabbix Server

O download pode ser feito pelo site ofical do Projeto Zabbix.

Os passos que devemos executar no server são:

a. Instalação do repositório
# wget https://repo.zabbix.com/zabbix/5.2/debian/pool/main/z/zabbix-release/zabbix-release_5.2-1+debian10_all.deb
# dpkg -i zabbix-release_5.2-1+debian10_all.deb
# apt-get update

b. Instalação do Zabbix Server, agent e frontend
# apt-get install zabbix-server-mysql zabbix-frontend-php zabbix-apache-conf zabbix-agent

2 - Instalação e configuração do MariaDB/MySQL
# apt-get install mariadb-common mariadb-server mariadb-client

a. Iniciando o serviço do MariaDB e criando o serviço para start automático
# systemctl start mariadb ; systemctl enable mariadb

b. Reset da senha de root do banco. Para isso precisamos subir o banco em modo de segurança
# mysql_secure_installation
Enter current password for root (enter for none): Pressione Enter
Set root password? [Y/n]: Y
New password: <Enter root DB password>
Re-enter new password: <Repeat root DB password>
Remove anonymous users? [Y/n]: Y
Disallow root login remotely? [Y/n]: Y
Remove test database and access to it? [Y/n]:  Y
Reload privilege tables now? [Y/n]:  Y

c. Vamos agora criar o database e dar permissão para permitir conexão com a mesma, além disso vamos já aproveitar e fazer o import do schema e data e habilitar o strict mode. Lembrando que o import do schema pode levar alguns minutos
- Criando o database -
# mysql -uroot -p'Senha-do-Banco-de-Dados' -e "create database zabbix character set utf8 collate utf8_bin;"

- Permitindo conexão -
# mysql -uroot -p'Senha-do-Banco-de-Dados' -e "grant all privileges on zabbix.* to zabbix@localhost identified by 'Senha-do-usuario-zabbix';"

- Importando o schema e data-
# mysql -uroot -p'Senha-do-Banco-de-Dados' zabbix -e "set global innodb_strict_mode='OFF';"
# zcat /usr/share/doc/zabbix-server-mysql*/create.sql.gz | mysql -uzabbix -p'Senha-do-usuario-zabbix' zabbix

- Habilitando o strict mode -
# mysql -uroot -p'Senha-do-Banco-de-Dados' zabbix -e "set global innodb_strict_mode='ON';"

d. Agora precisamos inserir a senha do usuário zabbix utilizado para conexão com o banco de dados no arquivo de configuração /etc/zabbix/zabbix_server.conf
Utilize um editor de texto de sua preferência e insira na respectiva linha a seguinte entrada (normalmente o arquivo já tem essa linha, é só descomentar e inserir a senha)

DBPassword=Senha-do-usuario-zabbix
Salve o arquivo e pode sair do editor de texto.

Uma ponto importante é se você utiliza firewall local. Caso a resposta seja sim, você deve liberar as respectivas portas:
  • 10050/tcp
  • 10051/tcp
  • 80/tcp

Até mesmo no ambiente produção (fora este lab que estamos fazendo) é bom já deixar anotado para solicitar ou fazer as liberações no firewall.

3 - Agora vamos fazer o start e enable do serviço Zabbix Server e Agent Processes

# systemctl restart zabbix-server zabbix-agent ; systemctl enable zabbix-server zabbix-agent

4 - Configuração do Zabbix frontend (interface gráfica)

a. Vamos editar o arquivo /etc/zabbix/apache.conf e novamente, para isso escolha um editor de texto de sua preferência.
Ao abrir o arquivo, descomente a linha php_value date.timezone Europe/Amsterdam e troque o timezone para o qual você utiliza (normalmente, no nosso caso é America/Sao_Paulo).
php_value date.timezone America/Sao_Paulo

b. Restart e habilitar o serviço do Apache
# systemctl restart apache2 ; systemctl enable apache2

Agora para concluir essa primeira parte, vamos acessar a interface web do Zabbix para finalizar a configuração incial.

Para isso, acesse http://ip-do-zabbix-server/zabbix e siga os passo-a-passo das seguintes telas:





Terá um passo também, o qual não tirei print, onde será possível definir o tema do Zabbix =)

Ao finalizar a configuração, você será redirecionado para tela de login (usuário Admin e senha default zabbix).

E pronto, você deve ter acesso a uma console semelhante à essa:


Prontinho!
Primeira parte finalizada com sucesso se você conseguiu chegar até aqui =)

Na parte II iremos adicionar alguns hosts para iniciarmos nossa monitoração básica.

Espero que tenham gostado e que seja útil para o dia-a-dia de vocês.

Até a próxima...
:wq!

domingo, 21 de março de 2021

Jenkins - Pipeline para subir uma aplicação Java

Fala pessoal, beleza?

Espero que estejam todos bem!

Conforme meu post sobre Jenkins e pipeline para deploy de uma aplicação, vamos para segunda parte.

A primeira parte foi apenas para instalação e a segunda agora é para criação e uso de um pipeline.

Vamos definir pipeline como uma sequência de instruções que serão executadas até finalizar e prover uma entrega.

Nosso cenário será o seguinte:

  • Um servidor com o Jenkins instalado e configurado (feito no posto anterior)
  • Um servidor com linux instalado onde iremos subir um pacote de uma aplicação java que ao final do deploy nos dará uma ferramenta de monitoração
  • Chave SSH entre o servidor do Jenkins e o servidor onde a aplicação será instalada
  • Pipeline com as instruções para cada passo que iremos definir no processo de deploy (cópia de arquivos, descompactação, ajuste de parâmetros, criação de serviços, start

Uma observação importante: Eu não sou um expert e nem estou falando que este modelo de pipeline que estou propondo é o melhor e que não podemos fazer de outra forma. Essa foi uma forma que achei para ajudar em uma necessidade do meu dia-a-dia, OK? Cada um deve avaliar a melhor forma de usar a estrutura de funcionalidade e adaptar para o seu uso.

Agora vamos a criação do pipeline na console do Jenkins. 

Para isso clicar em New Job - Insira um nome - Clique em pipeline - OK


Agora irá abrir uma nova tela de configuração onde podemos colocar um comentário para documentarmos melhor o pipeline, algumas opções via checkbox para não termos deploys concorrentes, usar po Git, etc.

No nosso caso, não iremos marcar nenhuma opção. Vamos direto no campo pipeline e inserir a estrutura abaixo:

pipeline {
    agent none
    environment {
            IP = "xx.xx.xx.xx"
    }
    stages {
        stage ('Copia o pacote da aplicacao para o servidor') {
            agent any
           
            steps {
                sh '''#!/bin/bash
                scp /home/jenkins/repoapp/mon-java.tar.gz root@$IP:/opt
                '''
            }
        }
        stage ('SSH + desccompacta pacote do aplicacao') {
            agent any
            steps {
               sh '''#!/bin/bash
               ssh -o StrictHostKeyChecking=no root@$IP << EOF
               tar xzvf /opt/mon-java.tar.gz -C /opt
               exit
               EOF
               '''
            }
           
        }
        stage ('Adiciona usuario banco Postgres e muda permissao do data e tmp'){
            agent any
            steps {
                sh '''#!/bin/bash
                ssh -o StrictHostKeyChecking=no root@$IP << EOF
                useradd -m -d /opt/ManageEngine/OpManager/pgsql/ postgres
                chown -R postgres:postgres /opt/ManageEngine/OpManager/pgsql/tmp/
                chown -R postgres:postgres /opt/ManageEngine/OpManager/pgsql/data/
                exit
                EOF
                '''
            }
        }
        stage ('Cria o serviço e incia a aplicacao'){
            agent any
            steps {
                sh '''#!/bin/bash
                ssh -o StrictHostKeyChecking=no root@$IP << EOF
                cd /opt/ManageEngine/OpManager/bin/
                ./linkAsService.sh
                systemctl daemon-reload
                systemctl start OpManager.service
                exit 0
                EOF
                '''
            }
        }
        stage ('Alguns tunings na aplicacao'){
            agent any
            steps {
                sh '''#!/bin/bash
                ssh -o StrictHostKeyChecking=no root@$IP << EOF
                sed -i 's/wrapper.java.initmemory=512/wrapper.java.initmemory=600/g' /opt/ManageEngine/OpManager/conf/wrapper.conf
                sed -i 's/wrapper.java.maxmemory=1024/wrapper.java.maxmemory=1500/g' /opt/ManageEngine/OpManager/conf/wrapper.conf
                sed -i 's/24MB/1024MB/g' /opt/ManageEngine/OpManager/pgsql/data/postgres_ext.conf
                sleep 4m
                exit
                EOF
                '''
            }
        }
 }
}

Vejam que temos uma variável neste pipeline: IP = "xx.xx.xx.xx"
Trabalhar com variáveis torna o nosso pipeline mais preciso, pois em qualquer ponto necessário iremos declarar apenas a variável e seu conteúdo pode sofrer alterações que será replicado para todos. =)
Vale o mesmo conceito adotado em programação...

O IP da nossa máquina de aplicação neste exemplo é: 192.168.100.109, então devemos colocar este IP na variável.

Agora vamos no servidor do Jenkins, na shell do user Jenkins copiar nossa chave SSH para o servidor de aplicação:


Com isso, ao tentar acessar SSH o servidor destino através do shell do usuário Jenkins, não será solicitado senha (por que no meu exemplo foi configurado dessa forma). Se você colocar senha em sua chave, será necessário criar um mecanimos para essa senha seja digitada automaticamente no pipeline. 

** Importante **

A questão de ter que fazer o passo da chave SSH pode ser resolvido se no seu processo de deploy ou criação do ambiente (máquina virtual, instância, físico não importa) se você já adicionar a chave SSH do usuário Jenkins =)

Bem, agora na console do Jenkins vamos  clicar no pipeline que criamos e na opção Build Now, para o processo começar.

O legal é que para cada passo que criamos dentro do pipeline, ele irá gerar uma saída com a identificação, e caso necessário um log da execução.



Ao término, dando tudo certo, o pipeline ficar tudo "azul" indicando que todos os passos concluíram com sucesso.
Caso algum item apresente erro, teremos uma indicação na cor vermelha e com um breve log do possível erro para tratarmos.


Legal também é que temos o tempo que cada step demorou em sua execução completa.

Agora validando no servidor de aplicação, devemos ter nossa ferramenta de monitoração instalada, configurada com os tunings que fizemos, os serviços criados, etc. Sendo que no nosso caso basta apenas acessar a URL e autenticar para ver se ela encontra-se disponível para uso.





A ideia deste pipeline é para uma execução bem simples, mas que automatiza uma tarefa que poderia demorar fazendo tudo de forma manual, nos dando maior possibilidade de erros humanos, cada um fazendo um deploy de um jeito diferente, etc.

Lembre-se que existe uma infinidade de possibilidades de configuração e cenários para uso. Com issa ideia "base" espero que vocês possam adequar so seu modelo de uso e assim tornar tarefas corriqueiras automatizadas da melhor forma possível.

Por hoje é isso!
Abs e até a próxima.
:wq!